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Interessados no nelore brasileiro

Equador e Colômbia terão palestras sobre genética e cruzamento industrial.

Equador e Colômbia estão entre os principais importadores da genética bovina brasileira em 2017, o que deve se manter em 2018.

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Equador e Colômbia estão entre os principais importadores da genética bovina brasileira em 2017, o que deve se manter em 2018. Além de levar material genético do Brasil para melhorar a qualidade de seus rebanhos, os dois países também estão de olho na expertise brasileira na seleção das raças zebuínas de corte. Nas próximas semanas, profissionais e pecuaristas equatorianos e colombianos participarão de treinamentos e palestras sobre melhoramento genético da raça Nelore, que serão ministrados pelo zootecnista brasileiro Antonio Carlos Sciamarelli Júnior, gerente de Corte da Semex Brasil.

No dia 27 de novembro, o gerente ministrará a palestra técnica “Melhoramento Genético, Acasalamento e Interpretação de DEPs (Diferenças Esperadas na Progênie)”, na Associação de Criadores de Nelore do Equador. “O país é um mercado de grande potencial para a raça Nelore e já vem importando genética do Brasil. O Equador necessita de uma assistência técnica para multiplicar de forma correta essa genética e o Brasil tem muito a contribuir, pois é hoje um dos maiores selecionadores de Nelore do mundo”, explica Antonio Carlos, que tem mais de 20 anos de experiência no mercado de gado de corte. No Equador, ele ficará de 25 de novembro a 1º de dezembro. A programação técnica inclui, ainda, visitas a fazendas selecionadoras de raças zebuínas e treinamento da equipe da Semex Equador. O país conta atualmente com um rebanho de mais de quatro milhões de bovinos.

Depois do Equador, Antonio Carlos seguirá para a Colômbia, onde ficará de 2 a 9 de dezembro. No dia 4, ele abordará o tema “Cruzamento Industrial e Qualidade da Carne” durante palestra para pecuaristas e técnicos colombianos. A Colômbia tem um rebanho de mais de 27 milhões de cabeças de gado e, dentre as raças zebuínas mais utilizadas, está a Brahman. Segundo o gerente de Corte da Semex, a procura pelo Nelore brasileiro vem crescendo entre os produtores colombianos devido ao fato de a raça ser mais rústica, ter baixo custo de produção e apresentar bons resultados em cruzamentos. Além da palestra, haverá visitas a diversas fazendas do país, com o intuito de fomentar a raça e o treinamento da equipe da Semex Colômbia.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA.

Otavio Culler

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