Comemoradas no início da safra, chuvas agora preocupam.
Há alguns dias, a umidade interrompeu o período de 20 a 25 dias de estiagem e altas temperaturas.
As chuvas que vêm caindo quase sem parar há uma semana e com grande intensidade, na região, estão deixando os produtores de soja preocupados. Quando, há alguns dias, a umidade interrompeu o período de 20 a 25 dias de estiagem e altas temperaturas, o sentimento foi de alívio. Mas agora, eles torcem por uma trégua.
Formação de vagens – No geral, a lavoura já está em fase de formação de vagens e grãos. A umidade, além de ser crucial neste momento, ajuda na recuperação das plantas após o estresse sofrido durante a estiagem. De acordo com o engenheiro agrônomo Emerson Nunes, coordenador técnico de culturas anuais da Cocamar, a recuperação apresentada pela soja é visível, as lavouras retomaram seu desenvolvimento pleno e isto foi percebido nos relatórios apresentados na terça-feira (26/12) pelas unidades operacionais da cooperativa. Neles, os técnicos avaliaram que a perspectiva de produtividade, antes em declínio por causa da estiagem, tende a retornar aos níveis estimados inicialmente, ao redor de 3,2 a 3,3 mil quilos por hectare.
Excesso de chuva – O problema está no excesso de chuva: as precipitações, quase sem intervalo, impedem que os produtores inspecionem as lavouras. Quem ainda não aplicou fungicida para a prevenção da ferrugem asiática ou de inseticida para o controle de percevejo, por exemplo, agora não consegue fazê-lo. E, quem pulverizou, sabe que o efeito residual do produto está chegando ao fim, sem conseguir repetir a dose. Uma das alternativas para a aplicação dos produtos é a pulverização aérea, que também depende de tempo firme.
Foco de ferrugem – Para complicar, já foram detectados focos de ferrugem nos municípios de Ourizona, Ângulo, Sertaneja, Sertanópolis e Londrina, todos na região da Cocamar. “Se não houver controle, esses focos tendem a disseminar-se e levar a uma redução de produtividade”, completa Nunes.
Umidade e calor – Umidade excessiva e calor são fatores que corroboram para o avanço da doença e isto vem deixando os produtores aflitos, especialmente porque a meteorologia indica que as chuvas devem continuar até a primeira semana de janeiro.
FONTE: SISTEMA OCEPAR.
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