Ao longo do pregão desta sexta-feira (19), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) reduziram as perdas. Às 11h24 (horário de Brasília), as principais posições da oleaginosa exibiam quedas entre 7 e 12,75 pontos. Os vencimentos retomaram o patamar de US$ 10 por bushel e o setembro/16 era cotado a US$ 10,25 por bushel. Apenas o março/17 trabalhava a US$ 9,97 por bushel.
De acordo com o economista e analista de mercado da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, as boas condições climáticas no Meio-Oeste continuam sendo o principal fator de pressão nos preços. “No cinturão produtor do país há boa umidade nos solos e as temperaturas estão mais amenas”, reforça.
Na porção leste da região produtora, como os estados de Indiana e Ohio, enfrentam alguns bolsões de seca que inspiram atenção, conforme ainda pondera o analista. “Mas, no geral, o clima segue promovendo as condições para uma safra recorde”, completa.
Em seu último boletim de oferta e demanda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estimou a produção americana de soja em 110,5 milhões de toneladas na temporada 2016/17. E, em torno de 72% das lavouras ainda permanecem em boas ou excelentes condições.
Na contramão desse cenário, a boa demanda pelo produto continua a dar sustentação aos preços, ainda na visão do analista da Granoeste. A China continua adquirindo produto norte-americano, o que tem dado sustentação aos preços em Chicago.
“Os chineses ainda buscam mercadoria e há especulações de que nos próximos três meses deverão ser embarcadas ao país mais de 15,5 milhões de toneladas da oleaginosa”, disse o consultor de mercado da Novo Rumo Corretora, Mário Mariano, em entrevista ao Notícias Agrícolas.
Ainda hoje, o USDA reportou a venda de 261 mil toneladas de soja para destinos desconhecidos. O volume negociado deverá ser entregue na temporada 2016/17.
Mercado brasileiro
Diante da queda em Chicago e também no dólar, as cotações praticadas no Porto de Rio Grande recuaram nesta sexta-feira. A saca disponível era cotada a R$ 81,30, com perda de 0,85% e o preço futuro a R$ 79,80 a saca e desvalorização de 1,24%.
A moeda norte-americana opera com instabilidade na sessão desta sexta-feira. Às 11h39 (horário de Brasília), o câmbio recuava 0,17% e era cotado a R$ 3,2278. Segundo dados do site G1, a desaceleração do ritmo de intervenção no mercado por parte do Banco Central e as incertezas sobre o ajuste fiscal no Brasil contribuem para o cenário.
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