Por crescerem facilmente em pequenos vasos ou até em pátios, as plantas alimentícias não convencionais (Pancs) muitas vezes são confundidas com as ervas daninhas. Engana-se quem acha que elas não podem ser aproveitadas. As Pancs podem ser usadas em massas de bolos, pães e panquecas, e até para colorir pratos mais elaborados.
O fruto da costela de adão é um exemplo de planta alimentícia não convencional. “Ele tem um sabor de banana com abacaxi. A princesa Isabel gostava muito dele, então também é conhecido como fruto da princesa”, explica a agricultora Luciana Silva.
Outra dica é usar o picão branco para temperar sopas mais leves. Já as folhas aveludadas da pulmonária podem ser empanadas e fritas. O resultado final fica semelhante a um peixe empanado.
Esse tipo de planta pode se desenvolver facilmente em solos com poucos nutrientes ou em espaço pequenos, como em vasos. “Os radiches, as serralhas e as capuchinha crescem muito bem em vasos”, segundo o agrônomo Rafael de Castro Hilário.
Na Zona Sul de Porto Alegre, o Sítio Capororoca é referência no cultivo de plantas alimentícias não convencionais desde 2004. As Pancs produzidas lá são comercializadas em feiras agroecológicas na capital e também podem ser encomendadas no site do sítio.
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