Diferente de outras regiões produtoras do país onde a seca gerou perdas pontuais, os produtores de Abelardo Luz, em Santa Catarina, torcem diariamente para que o sol tome o lugar das chuvas. O motivo de tamanho desespero está no alto índice de ferrugem asiática em função do clima úmido e quente, constatou a equipe da Expedição Safra que percorre o estado catarinense e o Rio Grande do Sul.
A doença tem comprometido parte da produção de sementes de soja do município, considerado a capital nacional da semente de oleaginosa. “O ataque é geral. A colheita vai começar daqui uns 20 dias e precisamos de sol a todo custo”, contextualiza Ericson Pellegrin, agrônomo da Cooperfertil.
Os 220 associados da cooperativa dedicaram 6 mil hectares para a oleaginosa na atual safra, sendo 4 mil hectares apenas para produção de semente. A matéria prima da região, com a marca própria da cooperativa é comercializada para o Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e o próprio estado de Santa Catarina.
Fonte: Gazeta do Povo.
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