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Confusão nas lavouras de soja com a de feijão

Curitibano está entre os que menos confundem soja com feijão.

 

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Somente 31% dos entrevistados souberam reconhecer a vagem de soja. Em Curitiba, mais de 40% acertaram. Cassiano Ribeiro, com agências Na comparação com a população de outras seis capitais, o curitibano é um dos que menos confunde a soja com o feijão. E também o que mais considera o agronegócio “muito importante” para a economia brasileira.

 

A pesquisa, que mostrou distanciamento entre a população urbana e o campo, foi encomendada pela norte-americana Syngenta com 1,4 mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Campo Grande e Goiânia.

 

O estudo avaliou especificamente o que as grandes cidades sabem sobre a cultura da soja, commodity que rende ao país mais de US$ 30 bilhões em exportações ao ano — o principal produto que sustenta a balança do agronegócio brasileiro. Uma das conclusões da pesquisa é que o conhecimento sobre a planta, vagens e grãos de soja é maior em capitais de estados que têm tradição no cultivo do produto. Mas boa parte das pessoas ainda confunde a oleaginosa com o feijão.

 

De acordo com a pesquisa, 61% dos entrevistados identificaram a planta, mas somente 30% sabiam que se tratava de soja – 21% apostaram em feijão; 10% na ervilha; 7% hortelã e 21% não souberam responder. Os curitibanos tiveram porcentual de acerto de 39%, atrás somente da capital sul-matogrossense, que teve o maior índice: 61%. Os cariocas e os paulistas foram os que demonstraram menor conhecimento sobre a planta.

 

Além disso, o curitibano é o que considera o agronegócio importante para a economia do Brasil e também que mais consomem produtos à base de soja. A pergunta foi qual a importância do agronegócio para a economia do Brasil? Segundo o levantamento, 79% dos entrevistados em Curitiba dizem que o agronegócio é muito importante para a economia do país. Em Brasília, São Paulo e Goiânia, esse índice cai para 73%, 72% e 67%, respectivamente.

 

Soja à mesa Outro dado que coloca a capital paranaense na liderança em relação às demais cidades diz respeito ao consumo de soja – 81% das pessoas ouvidas disseram consumir derivados da oleaginosa todos os dias. Entre os paulistas, somente 25% assumiram ter o mesmo hábito, o menor índice. A pesquisa faz parte de uma série de ações da multinacional suíça, uma das maiores fabricantes de defensivos agrícolas e sementes do mundo.

 

No ano passado, a companhia assumiu um desafio global para elevar a produtividade e a oferta de alimentos no mundo, reunindo em Brasília grupo de profissionais de diversas áreas da sociedade, incluindo médicos, pesquisadores, agrônomos e jornalistas. O mundo sem soja Nos próximos meses, a empresa pretende lançar uma websérie para mostrar como seria o mundo sem a soja.

 

Fonte: Gazeta do Povo (AgroGP).

Equipe Agron

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