Um dos grandes problemas de saúde encontrados na sociedade moderna, a gastrite costuma atingir principalmente a parte da população que sofre com estresse constante e também aqueles que contam com uma alimentação ruim, repleta em gorduras e açúcares, com falta de nutriente e alimentos saudáveis.

Basicamente, a gastrite é uma doença que se caracteriza pela inflamação ou infecção da estrutura que reveste o estômago. Ela pode ser tanto uma doença de curta duração, conhecida como gastrite aguda, como pode ser uma condição duradoura, que chega a durar meses e até anos, condição conhecida como gastrite crônica.

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Entre os fatores de risco para o desenvolvimento da gastrite estão uso excessivo de analgésicos, pois este tipo de medicamento é responsável por prejudicar a produção de substancias que atuam na proteção do revestimento do estômago, idade avançada, consumo exagerado de bebidas alcoólicas, altos níveis de estresse e uso de drogas ilícitas, entre outros fatores.

Como saber se tenho ou não gastrite?

A gastrite é uma doença que pode tanto passar despercebida, quanto pode apresentar sintomas dolorosos e incômodos. Entre os sintomas mais comuns estão indigestão, sensação de queimação e azia, náuseas, vômitos, perda de apetite e dores abdominais.

Caso você perceba uma incidência constante desses sintomas na sua saúde, é importante consultar um gastroenterologista. Ele irá solicitar exames e analisar corretamente o seu caso, podendo dizer com certeza se o seu problema é realmente a gastrite.

Tenho gastrite, e agora? Como que eu trato?

É importante lembrar que automedicação é sempre perigosa e muitas vezes ineficiente, ainda mais quando se trata de uma doença como a gastrite. Isso porque o tratamento para gastrite não é único, ou seja, ele é especifico para cada caso e especial para cada pessoa e sua situação.

Exatamente por isso que, antes de qualquer coisa, é preciso conversar com o seu médico. Até mesmo para ele analisar se o seu problema não está sendo causado ou agravado por alguma medicação que você faça uso constante.

Mas, para alívio dos sintomas, existem algumas opções de medicamentos tanto de venda livre quanto de venda controlada que podem ser adquiridos para diminuir a quantidade de ácidos no estômago e que também são utilizados muitas vezes para o tratamento da doença.

São eles os antiácidos, como o famoso ENO, os antagonistas H2, os inibidores de bomba de prótons, encontrados nas farmácias como omeprazol, esomeprazol, iansoprazol, rabeprazol e pantoprazol, e, em casos mais específicos e também mais graves, antibióticos.

Mas novamente, é importante ressaltar que não é indicado que nenhum medicamento seja consumido sem acompanhamento médico, isso porque se auto medicar pode não só apenas mascarar temporariamente a sua condição, como até mesmo pode agravar a situação do seu estômago.

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Fonte: Colégio Web.

Marcelo Ramos

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