Irriga MS será promovido nesta quarta-feira (26), em Dourados.
No evento serão apresentadas tecnologias para o uso do sistema.
Dourados, a 214 quilômetros de Campo Grande, sedia nesta quarta-feira (26), um ciclo de palestras que vai apresentar as mais recentes tecnologias para a irrigação e como os sistemas vêm sendo utilizados em Mato Grosso do Sul.
O Irriga MS será realizado a partir das 13h30, no auditório do Sindicato Rural de Dourados. O evento está sendo promovido pela entidade em parceria com a empresa Dekalb e a Federação de Agricultura e Pecuária do estado (Famasul), a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
No evento, profissionais da área e produtores rurais poderão obter informações sobre o Clube de Irrigação para Altas Produtividades, com o presidente do Clube e chefe da divisão técnica do Senar/RS, João Telles, e entender mais sobre a viabilidade e os custos para implantação dos sistemas. Outra palestra será com o assessor econômico do Senar/RS, Antônio da Luz, que irá retratar gargalos da irrigação como a deficiência energia elétrica e a licença ambiental.
Segundo os organizadores, Mato Grosso do Sul tem várias características que estimulam o uso de irrigação nas lavouras, como solos de boa qualidade e rios em regiões estratégicas. O custo de implantação do sistema de irrigação com pivot – estrutura que distribui a água em um hectare de área plantada – pode custar de R$ 6 mil a R$ 8 mil no estado.
Os organizadores alertam que esse valor, somando a outros gastos com a lavoura, como adubação, manejo e colheita, pode comprometer o lucro final, e que, por isso, no momento da escolha do sistema, o produtor tem que levar em consideração também o uso de mão de obra e energia, incidência de pragas e doenças, rendimento da cultura, quantidade e qualidade de água disponível.
Há um ano no estado, o técnico Jorge Luis Pelisson, um dos organizadores do evento, observou que a maior parte dos produtores opta pelo método convencional de irrigadores. “O manejo no sistema de irrigação é muito mais que distribuir água no campo. As mais recentes técnicas associam praticidade, economia e agricultura de precisão, métodos que garantem a verticalização da produtividade com sustentabilidade”, conclui.
Fonte: Agrodebate.
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