Pirenópolis é palco de uma das atrações culturais mais conhecidas. A encenação da batalha entre mouros e cristãos, tradição se repete há quase 200 anos e continua emocionando.
Aos poucos, eles vão surgindo pelas ruas de pedra. Com seus cavalos imponentes, mouros e cristãos se reúnem na porta da igreja matriz de Pirenópolis e pedem proteção ao Divino Espírito Santo.
É a fé que motiva os 24 cavaleiros a manter a tradição de quase dois séculos. Da porta da matriz, eles seguem para o “cavalhódromo”, onde milhares de pessoas esperam ansiosas pelo início da batalha.
Quando os cavaleiros entram em cena são recebidos com festa e a história começa a ser contada. De um lado estão os mouros, de outro, os cristãos. A encenação é baseada no século VI, quando Carlos Magno, guerreiro cristão, travou batalha contra sarracenos de religião islâmica para defender o território.
Escondida atrás de um arbusto está a onça, que simboliza o espião mouro. O cavaleiro cristão ataca com tiros, espadas e lanças. Os guerreiros se enfrentam, cristãos tentam convencer os mouros de região islâmica e entre uma disputa e outra, surgem os mascarados. São três dias de encenação e o público faz questão de acompanhar mesmo sabendo o final da história. Ao perderem a batalha, os mouros aceitaram o batismo e se converteram ao cristianismo.
As cavalhadas de Pirenópolis terminam nesta terça-feira, 21, e a encenação acontece às duas horas da tarde.
Fonte: Globo Rural
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