Chuvas pressionam cotações e preços da soja despencam.
Com o ritmo de cultivo voltando ao normal, produtores e especialistas acreditam que a produtividade pode chegar a níveis satisfatórios.
A volta das chuvas pressionaram as cotações de soja no Brasil. Com o ritmo de cultivo voltando ao normal, produtores e especialistas acreditam que a produtividade pode chegar a níveis satisfatórios. É o que informa o boletim do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nesta segunda-feira (24/11).
Nos Estados Unidos, principal produtor do grão, o clima também é favorável. A colheita por lá está na reta final e o tempo firme estimula os trabalhos.
Nesse cenário, as altas que aconteceram na primeira quinzena do mês tornaram-se quedas na última semana. No Brasil, essa reação do mercado foi influenciada também pelo declínio na procura pelo produto por parte das indústrias esmagadoras de soja.
“O Indicador da soja Paranaguá ESALQ/BM&FBovespa, que é baseado em negócios realizados na modalidade spot, referentes ao grão depositado no corredor de exportação, permaneceu arbitrado em R$ 61,17/sc de 60 kg. No estado do Paraná, a média ponderada, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, teve forte queda de 3,36% em sete dias, indo para R$ 62,37/sc de 60 kg na sexta-feira (21/11)”, finaliza o Cepea.
Fonte: REDAÇÃO GLOBO RURAL.
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