Apesar da “taxação das exportações de soja” ter sido derrubada nesta quarta-feira (02.04) no Congresso Nacional, a Sociedade Rural Brasileira alerta para a permanência do tema na agenda. A entidade cumprimenta a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pelo exitoso trabalho que culminou com a retirada de artigo da Medida Provisória 627, o qual aplicava uma taxa de 9,5% de PIS/Cofins sobre as exportações da soja “in natura”.
Entretanto, segundo o presidente da Rural, Gustavo Diniz Junqueira, como a emenda que propôs a tributação foi acatada de última hora pelo relator da MP – exigindo um tremendo esforço para ser rejeitada – é importante que as lideranças do setor mantenham-se atentas para bloquear o ressurgimento da inaceitável proposta e/ou outras similares. Na análise de Junqueira, o agro brasileiro, especialmente o produtor já sofre com uma asfixiante carga tributária direta e indireta – na prática, a logística ruim, por exemplo, é um imposto – e não pode arcar com aumento do fardo fiscal.
“A taxação tiraria renda do produtor e diminuiria a competitividade das exportações do grão, provocando prejuízos à balança comercial e à geração de divisas para o País, com efeitos negativos também para o emprego e às economias regionais ligadas diretamente à cadeia produtiva da soja.”
Fonte: Diário de Cuiabá.
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