O preço da soja no Brasil, em alta, impulsionado pela demanda especialmente por farelo, tem compensado os custos operacionais e financeiros de se manter o grão estocado, segundo pesquisadores do Cepea. A valorização do dólar também favorece as exportações, mas as deficiências logísticas dos portos brasileiros limitam as vendas externas.
As esmagadoras domésticas também continuam com forte demanda pela oleaginosa, favorecida pelas negociações de farelo e óleo. Além de atender a demanda atual as indústrias têm interesse em estocar soja e derivados. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto transferido para armazéns do porto de Paranaguá), entre os dias 7 e 14 de junho, em moeda nacional, teve elevação de 1,32%, fechando a R$ 68,68/sc de 60 kg na sexta-feira.
Ao ser convertido para dólar, moeda prevista nos contratos futuros da BM&FBovespa, o Indicador fechou a US$ 32,03/sc de 60 kg, alta de 0,91% no mesmo período. A média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, apresentou ligeira queda de 0,3% entre 7 e 14 de junho, finalizando a R$ 64,50/sc de 60 kg na sexta.
Fonte: Cepea
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