Clima seco ameaça safras na América do Sul e estimula altas de soja e milho.
As cotações do milho atingiram a maior alta em duas semanas e a soja também subiu com as especulações de que o clima seco na Argentina, Paraguai e sul do Brasil poderão reduzir a umidade do solo e colocar em risco a produtividade das safras em janeiro. Uma onda de alta pressão deve manter os campos secos na faixa que se estende de Buenos Aires até o Mato Grosso do Sul nos próximos 10 dias, aumentando o déficit de umidade nas áreas já registraram poucas chuvas nas últimas duas semanas, segundo o serviço meteorológico T-Storm Weather LLC.
As temperaturas podem atingir os 38ºC na Argentina no Natal, amentando a pressão sobre as safas. A previsão é um clima mais quente e seco, isso ajuda a colocar o mercado m alta. “Ninguém vai querer vender com um clima quente e seco nos feriados da próxima semana”.
O milho no mercado future para entrega em março subiu 1,3%, próximo de US$ 4,305 o bushel na Bolsa de Chicago, registrando o maior ganho desde 3 de dezembro. A soja no mercado futuro para entrega em março subiu 0,4% para US$ 13,19 o bushel, a quarta alta em cinco sessões. A oleaginosa, usada para fazer ração animal e óleo de cozinha, já caiu 6,4% este ano, diante das previsões de safra recorde no Brasil, Argentina e Uruguai.
Fonte: Notícias Agrícolas.
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