A partir de dezembro de 2012 até março de 2014, a Embrapa vai percorrer as principais regiões produtoras do País com a Caravana de Alerta às Ameaças Fitossanitárias. Nessa primeira edição, o tema será a Helicoverpa armigera com eventos técnicos previstos em cinco regiões do Rio Grande do Sul. A ação conta com o apoio da Emater/RS.
O foco na Helicoverpa armigera nesta primeira Caravana busca manejar, de forma correta e sustentável, uma praga que causou enormes prejuízos no custo da produção nas duas últimas safras no País. Helicoverpa armigera é uma lagarta identificada recentemente, que tem surpreendido produtores e pesquisadores pelo seu poder de destruição, causando prejuízos, principalmente, às lavouras de milho, soja e algodão. Além dos cultivos de verão, na última safra foram registradas três ocorrências da lagarta também em espigas de trigo nos estados de SC e RS.
O roteiro da Caravana Embrapa reúne uma apresentação ampla sobre as principais ameaças fitossanitárias, reforçada pelas explicações dos pesquisadores especialistas, que prestarão orientações complementares de acordo com o principal problema identificado na respectiva macrorregião, sempre com base no Manejo Integrado de Pragas. O público-alvo são extensionistas, técnicos de cooperativas, sindicatos, associações rurais e assistência técnica.
Na agenda da Caravana de Alerta à Helicoverpa no RS estão os municípios de Vacaria – 09/12, Ijuí – 10/12, Passo Fundo – 11/12, Santa Rosa – 12/12 e Santa Maria – 13/12. Maiores detalhes sobre os encontros podem ser obtidos na Embrapa Trigo – telefone (54) 3316-5800 e nos escritórios da Emater/RS.
Mobilização no Estado
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está coordenando um Grupo de Trabalho Técnico no Rio Grande do Sul formado por 14 instituições, onde estão sendo definidas estratégias para identificação, monitoramento e controle da praga no RS. Segundo o Fiscal Federal Agropecuário Jairo João Carbonari, o monitoramento da praga será realizado em todas as regiões produtoras de soja do Estado, por meio de armadilhas com feromonio específicas para Helicoverpa, com a confirmação da identificação da espécie H. armigera efetuada em laboratório credenciado. Estas informações serão reunidas num banco de dados gerenciado pela Secretaria Estadual de Agricultura (SEAPA/RS) como apoio para técnicos no acompanhamento da dispersão nas lavouras.
Atualmente, estão registrados para o controle de Helicoverpa na cultura da soja 16 produtos, como biológicos e químicos, que podem ser usados assim que o correto monitoramento das lavouras indicar o nível ação. De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, Paulo Roberto Pereira, os cinco treinamentos previstos para o Estado servirão para capacitar os técnicos da extensão rural e assistência privada para identificar a Helicorvepa corretamente e determinar a necessidade ou não de aplicar defensivo na lavoura.
Para o pesquisador da Universidade de Passo Fundo, José Roberto Salvadori, a pesquisa ainda não tem informações sobre o comportamento da praga nas lavouras de soja do Rio Grande do Sul, já que há diferenças de clima e cultivos em relação às demais regiões do país, como o frio intenso no inverno.
Fonte: Embrapa Trigo.
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