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Projeto de Lei no Brasil visa proibir carne cultivada em laboratório

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Deputado propõe restrição à carne cultivada em laboratório no Brasil.

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Um novo projeto de lei apresentado na Câmara dos Deputados do Brasil está gerando polêmica ao propor a proibição da carne cultivada em laboratório no país. Conhecida por diversos nomes, como proteína sintética, carne de cultura ou carne cultivada, esse tipo de alimento é produzido a partir da reprodução in vitro de células animais, eliminando a necessidade de criação e abate de animais. O deputado federal Tião Medeiros (PP-PR) é o autor do projeto de lei PL 4616/2023, que visa impedir a pesquisa privada, produção, reprodução, importação, exportação, transporte e comercialização de carne animal cultivada em laboratório e seus derivados.

A justificativa apresentada pelo deputado para essa proposta é a proteção da indústria pecuária nacional, que desempenha um papel fundamental na economia do Brasil, gerando milhões de empregos e contribuindo significativamente para o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

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No entanto, a crescente popularidade da carne cultivada em laboratório tem suscitado preocupações em todo o mundo. Defensores dessa tecnologia a consideram uma alternativa mais sustentável à produção convencional de carne, reduzindo o impacto ambiental e a criação de animais. Além disso, a carne cultivada tem o potencial de atender à crescente demanda por proteínas em um mundo com uma população em constante crescimento.

No Brasil, onde a pecuária desempenha um papel central na economia e na cultura, o projeto de lei de Medeiros visa evitar possíveis impactos negativos na indústria tradicional da carne. O país possui um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, e a produção de carne é uma parte vital da sua identidade e economia.

Outra justificativa apresentada pelo deputado é a possível perda de empregos, redução nas exportações e queda na arrecadação de impostos caso a carne cultivada em laboratório ganhe espaço no mercado. Empresas que descumprirem a lei proposta enfrentariam multas substanciais e a destruição de seus produtos e equipamentos de pesquisa.

Enquanto o deputado argumenta em favor da proibição, muitos especialistas e entidades têm se manifestado contra a iniciativa. O Good Food Institute (GFI), uma organização que promove alternativas à proteína animal, afirma que a proposta de Medeiros é uma tentativa de restringir a inovação com argumentos infundados. Eles destacam que a carne cultivada não busca substituir a carne convencional, mas diversificar o setor agropecuário.

A Embrapa, uma empresa pública vinculada ao Ministério da Agricultura do Brasil, lidera pesquisas para o desenvolvimento de carne de frango cultivada em laboratório. Segundo a instituição, a pesquisa e inovação são essenciais para enfrentar desafios como a fome e a crescente demanda por alimentos.

Portanto, o debate em torno da proteína cultivada em laboratório no Brasil envolve questões econômicas, ambientais e de segurança alimentar. À medida que a tecnologia avança, a sociedade brasileira enfrenta a tarefa de equilibrar a inovação com a proteção de suas tradições e indústrias estabelecidas.

Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.


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