Previsão do Tempo 2026
Se você está esperando o La Niña para planejar sua safra, o professor Luiz Carlos Molion tem um balde de água fria (literalmente): a previsão do tempo 2026 indica que o fenômeno não existiu. Vivemos uma neutralidade climática influenciada por um terremoto massivo na Rússia, que redistribuiu as águas quentes do Pacífico. O resultado? Um inverno rigoroso no Hemisfério Norte que deve se repetir no Brasil a partir de maio, com riscos reais de geadas intensas para o Sul e Sudeste.
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Muitos noticiários e emissoras de TV insistem em termos como “La Niña” e “VCAN” para explicar o clima atual. No entanto, o renomado professor Luiz Carlos Molion traz uma perspectiva contundente: os dados mostram que a previsão do tempo 2026 não confirma a existência do La Niña. Segundo ele, as águas do Pacífico permaneceram em estado de neutralidade, com variações mínimas de temperatura.
Mas por que, então, vimos nevascas históricas e um clima tão instável? A resposta não está no CO2, mas em eventos geológicos profundos. Um terremoto de 8,8 graus na Península de Kamchatka, em julho de 2025, gerou um tsunami que redistribuiu o calor do Pacífico Norte. Esse movimento alterou a interação entre o oceano e a atmosfera, provando que a previsão do tempo 2026 é muito mais complexa do que apenas observar o efeito estufa.
Você provavelmente ouviu falar do VCAN (Vórtice Ciclônico de Altos Níveis) nos últimos dias. Esse fenômeno, que ocorre entre 8 e 12 km de altura, funciona como um “sistema giratório” de ar seco. Ele é o responsável por aquelas janelas de tempo firme que “zanzam” pelo mapa, dificultando a previsão do tempo 2026 precisa para o curto prazo.
Se a previsão do tempo 2026 para o verão foi marcada por neutralidade, o inverno promete ser nostálgico — e não de um jeito bom para quem teme geadas. Molion alerta que estamos entrando em um ciclo de resfriamento que deve durar até 2035.
A entrada de massas de ar polar intensas está prevista para começar já em maio de 2026. Há uma grande quantidade de ar frio acumulado na Antártida, e a tendência é que vejamos repetições de invernos rigorosos como os da década de 70. Para o produtor rural, isso acende um sinal amarelo: o risco de uma nova “geada negra”, semelhante à de 1975, não pode ser descartado.
Infelizmente, o Brasil enfrenta um apagão de dados meteorológicos. Com a desativação de estações convencionais e a falta de manutenção nas automáticas, a previsão do tempo 2026 depende muito do esforço colaborativo. Molion sugere que instituições como a Aprosoja utilizem dados de pluviômetros de produtores voluntários para criar uma rede de informações mais confiável.
Afinal, no agronegócio, saber se vai chover na sua fazenda (e não apenas na do vizinho) é o que define o lucro ou o prejuízo. O clima sempre mudou e continuará mudando; a diferença em 2026 será quem possui a informação correta para se adaptar.
A análise técnica do professor Luiz Carlos Molion redefine as expectativas para a previsão do tempo 2026, desmistificando a presença do La Niña e deslocando o foco para a neutralidade climática. O ponto central para o setor produtivo não é o aquecimento global, mas a complexa redistribuição de energia térmica dos oceanos — influenciada até por eventos geológicos, como o terremoto na Rússia. Essa dinâmica indica que o equilíbrio das águas do Pacífico não deve interferir drasticamente no regime de chuvas até setembro, mas abre as portas para uma vulnerabilidade térmica maior.
O maior alerta para 2026 reside no resfriamento cíclico. Com a Antártida acumulando recordes de frio, a probabilidade de massas de ar polar intensas atingirem o Sul e o Sudeste do Brasil a partir de maio é elevada. Para o agronegócio, isso significa que o planejamento deve priorizar a proteção contra geadas precoces e rigorosas, típicas de ciclos climáticos que não víamos há décadas. Em um cenário de escassez de dados oficiais, a informação local e o monitoramento em tempo real tornam-se as ferramentas de sobrevivência mais valiosas para o produtor que busca segurança jurídica e operacional no campo.
Imagem principal: IA.
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