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Preços do Milho Disparam: Retração e Dólar Impulsionam Alta

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Retração Produtiva Sustenta Alta dos Preços do Milho no Brasil: Perspectivas de Mercado.

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Veja também: Recuperação da Soja: Alta em Chicago e Preços no Brasil

Nos últimos meses, o mercado de milho no Brasil tem apresentado uma tendência de alta nos preços, apesar da queda nos valores internacionais e da demanda externa ainda abaixo dos níveis do ano passado. Essa valorização local do cereal está fortemente ligada à retração da oferta e à valorização do dólar frente ao real, fatores que estão moldando a atual dinâmica do mercado.

Fatores que Impulsionam os Preços

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O recente levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia (Cepea) revela que os preços do milho no mercado brasileiro estão subindo devido à menor disponibilidade de oferta. Produtores, atentos à valorização do dólar, têm sido mais cautelosos ao ofertar o grão, contribuindo para a elevação dos preços. A valorização do dólar frente ao real aumenta a paridade de exportação, o que pode atrair mais negócios nos portos e sustentar os preços domésticos.

Do lado da demanda, consumidores brasileiros que precisam repor seus estoques de milho enfrentam preços mais altos. No entanto, alguns compradores ainda possuem estoques de milho a preços menores, negociados em semanas anteriores, o que alivia parcialmente o impacto dos preços elevados.

Preços do Milho em Diversos Estados

A tabela abaixo mostra os preços do milho em diferentes estados brasileiros, conforme dados fechados em 08/08/2024 pelo Notícias Agrícolas:

Rio Grande do Sul

Não-Me-Toque (Cotrijal): R$ 55,00
Nonoai (Coopertradição): R$ 56,00
Paraná

Ubiratã (Coagru): R$ 49,00
Londrina (Integrada): R$ 49,00
Castro (Castrolanda): R$ 58,00
Marechal Cândido Rondon (Copagril): R$ 49,00
Pato Branco (Coopertradição): R$ 54,00
Santa Catarina

Palma Sola (Coopertradição): R$ 56,00
Rio do Sul (Cravil): R$ 59,00
Mato Grosso

Rondonópolis (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 47,70
Primavera do Leste (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 42,70
Alto Garças (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 46,20
Itiquira (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 44,70
Tangará da Serra (Ceres): R$ 41,00
Campo Novo do Parecis (Ceres): R$ 39,00
Sorriso (Sindicato): R$ 39,70
Goiás

Jataí (Sindicato): R$ 46,00
Rio Verde (Comigo): R$ 46,00
Distrito Federal

Brasília (Coopa-DF): R$ 43,54
Mato Grosso do Sul

Dourados (BCSP): R$ 55,00
São Gabriel do Oeste: R$ 49,00
Maracaju (VA Corretora de Cereais): R$ 49,00
Campo Grande (VA Corretora de Cereais): R$ 49,00
Eldorado (Copagril): R$ 46,00
Bahia

Oeste da Bahia (AIBA): R$ 53,50
Luís Eduardo Magalhães: R$ 55,00
Minas Gerais

Machado (Coopama): R$ 55,00
São Paulo

Cândido Mota (Coopermota): R$ 52,50
Itapetininga: R$ 55,00
Campinas: R$ 59,00
Portos

Porto Paranaguá (Disponível) (Insoy Commodities): R$ 60,00
Porto Santos (Dellagro): R$ 60,00
Perspectivas Futuras

Com a valorização do dólar e a continuidade da retração produtiva, espera-se que os preços do milho permaneçam sustentados, especialmente nos portos brasileiros. A dinâmica do mercado, marcada pela cautela dos produtores e pela demanda interna que ainda lida com estoques anteriores, deve continuar a influenciar as cotações no curto e médio prazo.

Para se manter atualizado sobre as tendências do mercado de milho e outros cereais, continue acompanhando nossas análises e relatórios.

Fonte: Este texto foi gerado com a ajuda do ChatGPT, um modelo de linguagem da OpenAI, e revisado pelo autor para garantir qualidade e precisão. Imagem principal: Depositphotos.


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