Preço do Milho: Veja quanto vale a saca nas principais regiões
Confira o preço do milho por saca de 60 kg nas principais regiões do Brasil, com dados atualizados e comparativo por cidade. Informação prática e objetiva.
Para Quem Tem Pressa
O preço do milho por saca de 60 kg varia conforme a região, refletindo custos logísticos, demanda e condições locais. Abaixo, você encontra uma tabela completa com os valores em diferentes estados, ideal para quem precisa de informação rápida e confiável.
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Tabela de Preço do Milho – Saca de 60 kg
| UF | Cidade | Preço de Compra (R$) |
|---|---|---|
| PR | Paranaguá | 66,50 |
| Campo Mourão | 60,00 | |
| Cascavel | 59,00 | |
| Maringá | 60,00 | |
| Ponta Grossa | 62,50 | |
| Guarapuava | 62,00 | |
| SP | São Paulo | 64,88 |
| Campinas | 64,88 | |
| Sorocaba | 59,24 | |
| Mogiana | 59,82 | |
| MS | Campo Grande | 54,00 |
| Dourados | 54,00 | |
| Chapadão do Sul | 52,00 | |
| Costa Rica | 52,00 | |
| MT | Rondonópolis | 50,00 |
| Campo Verde | 48,50 | |
| Tangará da Serra | 44,00 | |
| Sapezal | 44,50 | |
| Sorriso | 45,50 | |
| Lucas do Rio Verde | 45,50 | |
| GO | Itumbiara | 52,00 |
| Rio Verde | 52,00 | |
| MG | Uberaba | 58,00 |
| Uberlândia | 58,00 | |
| Unaí | 55,00 | |
| Patos de Minas | 58,00 | |
| SC | Chapecó | 69,00 |
| Concórdia | 69,00 | |
| Campos Novos | 69,00 | |
| Canoinhas | 67,00 | |
| RS | Erechim | 69,00 |
| Passo Fundo | 69,00 | |
| Porto Alegre | 74,00 | |
| BA | Luís Eduardo Magalhães | 58,50 |
O que influencia o preço do milho?
O preço do milho sofre impacto direto de diversos fatores, como logística, demanda interna e exportações. Regiões próximas de portos, como Paranaguá (PR) e Santos (SP), tendem a apresentar valores diferentes das áreas centrais, refletindo o custo de transporte e a competitividade do mercado exportador.
Além disso, a estrutura produtiva e o consumo local (especialmente em estados com forte presença de agroindústrias) também influenciam a formação do valor por saca. Locais com maior demanda por ração animal, por exemplo, mantêm cotações estáveis devido ao consumo interno constante.
Comparativo entre regiões
O Sul do Brasil, com destaque para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, apresenta os preços mais elevados. A explicação está na forte presença da agroindústria e na necessidade de abastecimento local. Cidades como Chapecó e Porto Alegre figuram entre as mais valorizadas da lista.
Já no Centro-Oeste, regiões como Rondonópolis (MT) e Sorriso (MT) mostram valores menores, refletindo o perfil exportador e a proximidade com as áreas produtoras. Esse equilíbrio interno garante um fluxo constante de oferta, tornando o milho dessa região um referencial para o país.
Em São Paulo e Minas Gerais, o preço do milho se mantém em um patamar intermediário, favorecido pela demanda industrial e pela logística de distribuição. O estado paulista, por exemplo, apresenta cotações próximas de R$ 64,00, especialmente nas regiões de Campinas e São Paulo capital.
Milho e planejamento agrícola
Para o produtor, acompanhar o preço do milho é essencial no planejamento de venda e compra de insumos. O valor da saca serve como indicador para definir o momento ideal de comercialização, o armazenamento e o custo de oportunidade do grão.
Da mesma forma, indústrias de ração, cooperativas e criadores de aves e suínos monitoram esses números para ajustar seus orçamentos e contratos de fornecimento. Em outras palavras: o milho é o termômetro silencioso que equilibra boa parte da cadeia alimentar brasileira — e o bolso de quem vive do agro.
Logística e mercado externo
O mercado internacional também exerce influência indireta sobre o preço do milho. Mesmo sem mencionar variações, é importante notar que os custos de frete marítimo, câmbio e demanda global por grãos criam uma espécie de “efeito dominó” nas praças brasileiras.
Portos como Paranaguá e Santos servem como referência para negociações futuras, e muitas vezes definem o comportamento das cotações em cidades do interior. Assim, acompanhar as regiões portuárias é uma boa estratégia para entender o cenário nacional.
Dica prática
Quem trabalha no setor agrícola pode se beneficiar ao criar uma rotina simples: acompanhar o preço do milho semanalmente e comparar os dados entre estados. Essa prática ajuda na tomada de decisão, especialmente quando o objetivo é maximizar margens ou planejar fretes e estocagem.
E, claro, nada impede um toque de leveza — porque no fim do dia, todo agricultor sabe que o milho não é só um produto, mas parte da cultura brasileira. Seja na pipoca do cinema, na pamonha das festas juninas ou na ração das granjas, o grão dourado segue firme no coração (e na planilha) do agronegócio.
Disclaimer
Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 08/10/2025. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.

