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Milho abre a semana com saca de 60 kg a R$ 69,00

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Milho abre a semana com saca de 60 kg a R$ 69,00: Veja a tabela completa por estado e cidade, compare preços e entenda o cenário do mercado no Brasil.

Para Quem Tem Pressa

O preço do milho saca de 60 kg varia bastante entre estados e cidades, e isso muda totalmente o custo da ração, da produção e das negociações. Nesta tabela você confere os valores por praça e, logo abaixo, entende o que pode influenciar essas diferenças e como usar isso na sua estratégia.


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Tabela: Preço do milho (saca de 60 kg) por UF e cidade

UFCidadeCompra (R$)
PRParanaguá67,00
PRCampo Mourão61,00
PRCascavel62,50
PRMaringá61,00
PRPonta Grossa63,00
PRGuarapuava65,00
SPSão Paulo66,75
SPCampinas66,75
SPSorocaba61,91
SPMogiana57,84
MSCampo Grande58,00
MSDourados58,00
MSChapadão do Sul55,00
MSCosta Rica55,00
MTRondonópolis51,00
MTCampo Verde50,00
MTTangará da Serra48,00
MTSapezal48,00
MTSorriso48,00
MTLucas do Rio Verde46,00
GOItumbiara56,00
GORio Verde56,00
MGUberaba65,00
MGUberlândia65,00
MGUnaí63,00
MGPatos de Minas65,00
SCChapecó68,00
SCConcórdia69,00
SCCampos Novos68,50
SCCanoinhas67,00
RSErechim65,00
RSPasso Fundo65,00
RSPorto Alegre68,00
BALuís Eduardo Magalhães65,50

Visão rápida: O que os números mostram

Quando você olha a tabela com calma, fica bem claro que o milho não tem “um preço único” no Brasil. O que existe é um mosaico de praças, cada uma com sua realidade de logística, demanda e disponibilidade.

Alguns pontos que saltam aos olhos:

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  • Santa Catarina aparece com valores bem fortes em cidades como Concórdia, Chapecó e Campos Novos.
  • Paraná tem variação relevante entre cidades do interior e o porto, o que costuma refletir o peso do escoamento e do destino do grão.
  • Mato Grosso concentra as referências mais enxutas, com destaque para Lucas do Rio Verde e outras regiões tradicionais de produção.
  • São Paulo se mantém competitivo em Campinas e na capital, mas com diferença clara em Mogiana e Sorocaba.
  • Bahia (Luís Eduardo Magalhães) entra como referência importante, especialmente pelo papel regional na distribuição e consumo.

E aqui entra um detalhe que muita gente ignora: às vezes a diferença de alguns reais por saca parece pequena… até você colocar isso em escala. Quem consome centenas ou milhares de sacas por mês sabe bem que o impacto vem rápido, e não pede licença.


Por que o preço do milho muda tanto entre cidades?

Mesmo sendo o mesmo produto (milho em saca de 60 kg), o preço final muda por diversos fatores práticos do dia a dia do agro.

1) Logística e frete (o “imposto invisível”)

O milho pode estar barato na origem, mas o custo para levar até o consumidor muda totalmente o jogo. Regiões mais próximas de centros industriais, confinamentos, cooperativas fortes ou corredores logísticos estratégicos tendem a formar preços mais “esticados”.

Em resumo: a saca não anda sozinha. E caminhão não roda com discurso motivacional — roda com diesel.

2) Consumo local e concentração de demanda

Onde há muita integração de aves e suínos, fábricas de ração e confinamentos, o milho tem saída constante. Isso mexe diretamente na disputa pelo grão dentro da praça.

Por isso, quando você vê SC com referências relevantes, não é coincidência: o consumo é intenso, frequente e estratégico.

3) Disponibilidade regional e fluxo de armazéns

Cidades com grande capacidade de armazenagem e estrutura de comercialização costumam segurar ou liberar milho conforme a estratégia de mercado local.

E isso afeta diretamente o ritmo das negociações, porque quando o produtor tem mais fôlego, o mercado precisa “conversar melhor” com ele.

4) Relação com exportação e portos

Regiões com rota natural para exportação (como Paranaguá) acabam entrando em um cenário onde o preço precisa fazer sentido também para quem vende para fora.

Isso cria uma referência diferente do interior — mesmo dentro do mesmo estado.


Como usar essa tabela a seu favor (de verdade)

A tabela não é só “informação bonita”. Ela pode virar ferramenta prática se você estiver comprando, vendendo ou planejando custos.

Se você compra milho

  • Compare sua praça com a praça mais próxima (não só com a “mais barata do Brasil”)
  • Avalie se compensa trazer de outra região considerando o frete
  • Use a tabela como argumento em renegociação (com dados e não com esperança)

Se você vende milho

  • Mapeie praças com maior potencial de demanda
  • Entenda se o comprador da sua região está “alinhado” com outras referências próximas
  • Procure oportunidades de saída para praças onde o consumo é mais aquecido

Se você trabalha com nutrição e ração

O milho é base. Mudou o milho, muda a conta inteira. E quando a conta muda, o planejamento precisa acompanhar. Quem demora para ajustar formulação ou estratégia de compra costuma sentir no custo final.


O que observar além do preço (para evitar decisão no susto)

O preço do milho saca de 60 kg é um dado essencial, mas não é o único que manda na sua decisão.

Antes de fechar qualquer negociação, vale observar:

  • Qualidade e umidade do grão
  • Disponibilidade imediata e prazo de entrega
  • Condições de pagamento
  • Regularidade de fornecimento
  • Custo logístico real por tonelada, não só por saca
  • Histórico da praça (comportamento típico da região)

Porque, no final, “sair barato” não significa “ser bom negócio”. Negócio bom é o que fecha a conta completa.


Conclusão

Entender o preço do milho saca de 60 kg por estado e cidade é uma forma prática de ter mais clareza na compra, na venda e no planejamento de custos no agro. Os valores variam entre as praças por logística, demanda local e fluxo regional, e a melhor decisão quase sempre vem de comparar números com estratégia.


Disclaimer

Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 26/01/2026. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.

Fonte: Scot Consultoria, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: IA.


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