preço do milho
O preço do milho no Brasil apresenta ampla variação conforme o estado e a logística de transporte. As cotações para a saca de 60 kg oscilam entre R$ 47,00 e R$ 74,00, refletindo realidades regionais e diferentes custos de comercialização. Este panorama mostra onde o cereal é mais valorizado e como os polos produtores se organizam para atender o mercado interno e as exportações.
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O preço do milho é um dos principais indicadores do agronegócio brasileiro. O cereal, fundamental na alimentação animal e na indústria, tem importância estratégica para diversas cadeias produtivas — de suínos e aves até o etanol de milho.
Com base nos valores de referência regionais, observa-se que o custo da saca de 60 kg varia amplamente entre as principais praças agrícolas. Essa variação decorre de fatores como distância dos portos, estrutura logística e capacidade de armazenagem.
No Sul e Sudeste, o preço do milho tende a ser mais elevado, pois a demanda industrial é mais concentrada. Já o Centro-Oeste, que é o coração da produção nacional, exibe preços mais competitivos devido ao volume produzido e à proximidade com as grandes fazendas exportadoras.
A logística é o principal elemento que diferencia o preço do milho entre estados. Regiões próximas aos portos, como o Paraná e São Paulo, têm valores que incorporam custos de transporte menores para exportação. Já as áreas centrais, como Mato Grosso e Goiás, apresentam preços mais enxutos, favorecendo o escoamento interno.
Além da infraestrutura, a estrutura cooperativa, a concentração de armazenagem e a distância dos grandes consumidores influenciam diretamente nas negociações. Assim, cada praça agrícola se posiciona de forma estratégica dentro da cadeia produtiva do cereal.
| UF | Cidade | Preço de Compra (R$) |
|---|---|---|
| PR | Paranaguá | 68,00 |
| Campo Mourão | 60,00 | |
| Cascavel | 59,00 | |
| Maringá | 60,00 | |
| Ponta Grossa | 62,50 | |
| Guarapuava | 64,00 | |
| SP | São Paulo | 65,82 |
| Campinas | 65,82 | |
| Sorocaba | 60,74 | |
| Mogiana | 60,82 | |
| MS | Campo Grande | 53,00 |
| Dourados | 53,00 | |
| Chapadão do Sul | 52,00 | |
| Costa Rica | 52,00 | |
| MT | Rondonópolis | 51,00 |
| Campo Verde | 50,50 | |
| Tangará da Serra | 47,00 | |
| Sapezal | 47,00 | |
| Sorriso | 48,00 | |
| Lucas do Rio Verde | 49,00 | |
| GO | Itumbiara | 53,00 |
| Rio Verde | 53,00 | |
| MG | Uberaba | 57,50 |
| Uberlândia | 57,50 | |
| Unaí | 55,50 | |
| Patos de Minas | 57,50 | |
| SC | Chapecó | 68,00 |
| Concórdia | 69,00 | |
| Campos Novos | 68,00 | |
| Canoinhas | 67,00 | |
| RS | Erechim | 70,00 |
| Passo Fundo | 70,00 | |
| Porto Alegre | 74,00 | |
| BA | Luís Eduardo Magalhães | 57,00 |
A análise dos valores mostra um preço do milho que reflete a diversidade produtiva do país. As regiões com cotações mais elevadas concentram a indústria de transformação e o consumo animal, enquanto as áreas com preços menores estão próximas da origem da produção.
O Mato Grosso, por exemplo, é o maior produtor nacional, com uma estrutura de exportação consolidada e capacidade de armazenagem crescente. Isso explica os valores mais acessíveis em Sapezal, Sorriso e Tangará da Serra.
Em contrapartida, estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, dependentes da compra interestadual, apresentam cotações mais elevadas em função do custo logístico de transporte do grão.
O Minas Gerais ocupa posição intermediária, equilibrando produção interna com aquisição de grãos de estados vizinhos. Já o Paraná se destaca pela organização cooperativa, permitindo negociações mais estáveis e previsíveis.
O preço do milho é mais do que uma cotação — é um termômetro da economia agrícola. Ele afeta diretamente os custos de produção das cadeias de proteína animal, o preço dos derivados e até o planejamento financeiro de produtores e cooperativas.
Empresas de ração, produtores rurais e exportadores utilizam o preço do milho como base para estratégias de compra e armazenamento. Além disso, esse valor serve de referência para políticas públicas e análises de mercado, influenciando decisões sobre crédito, plantio e comercialização.
Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 17/10/2025. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.
Fonte: CEPEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.
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