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Preço do milho: Alta pressiona custos e desafia produtores

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O preço do milho varia no Brasil de R$ 43 a R$ 69 a saca. Confira as cotações por região e entenda os impactos no mercado agrícola.

Para Quem Tem Pressa

O preço do milho hoje no Brasil varia de R$ 43,00 em cidades de Mato Grosso até R$ 69,00 em Porto Alegre (RS). O Paraná e São Paulo registram valores médios entre R$ 58,00 e R$ 64,00, enquanto Santa Catarina concentra as maiores cotações. Produtores e consumidores devem ficar atentos, já que o milho é um dos grãos mais estratégicos para a alimentação animal e para a indústria.


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Panorama Geral do Preço do Milho

O milho continua sendo uma das commodities agrícolas mais importantes do Brasil. Além de sustentar a cadeia de proteína animal, o grão também influencia setores como o de biocombustíveis e a indústria alimentícia. A oscilação do preço do milho reflete fatores internos — clima, safra, logística — e externos, como o câmbio e a demanda internacional.


Preços por Região

Paraná

  • Paranaguá: R$ 64,00
  • Campo Mourão: R$ 58,00
  • Cascavel: R$ 60,00
  • Maringá: R$ 58,00
  • Ponta Grossa: R$ 62,00
  • Guarapuava: R$ 62,00

O Paraná apresenta estabilidade, com média próxima a R$ 60,67. Paranaguá lidera os preços no estado.

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São Paulo

  • São Paulo: R$ 64,23
  • Campinas: R$ 64,23
  • Sorocaba: R$ 58,11
  • Mogiana: R$ 59,84

Em São Paulo, destaque para a capital e Campinas, com os preços mais altos, enquanto Sorocaba e Mogiana ficam abaixo da média.


Mato Grosso do Sul

  • Campo Grande: R$ 53,00
  • Dourados: R$ 53,00
  • Chapadão do Sul: R$ 50,00
  • Costa Rica: R$ 50,00

Região marcada por preços mais baixos, com valores próximos de R$ 51,50.


Mato Grosso

  • Rondonópolis: R$ 49,00
  • Campo Verde: R$ 47,00
  • Tangará da Serra: R$ 44,00
  • Sapezal: R$ 43,00
  • Sorriso: R$ 43,00
  • Lucas do Rio Verde: R$ 44,00

Mato Grosso é o estado com menores preços, refletindo a alta produção local e maior oferta.


Goiás

  • Itumbiara: R$ 53,00
  • Rio Verde: R$ 53,00

Valores alinhados aos praticados em Mato Grosso do Sul.


Minas Gerais

  • Uberaba: R$ 54,00
  • Uberlândia: R$ 54,00
  • Unaí: R$ 56,00
  • Patos de Minas: R$ 54,00

Em Minas, a média gira em torno de R$ 54,50, com leve variação entre cidades.


Santa Catarina

  • Chapecó: R$ 68,00
  • Concórdia: R$ 68,00
  • Campos Novos: R$ 68,00
  • Canoinhas: R$ 66,00

SC concentra alguns dos preços mais altos, reflexo da forte demanda da agroindústria de aves e suínos.


Rio Grande do Sul

  • Erechim: R$ 66,00
  • Passo Fundo: R$ 66,00
  • Porto Alegre: R$ 69,00

O destaque vai para Porto Alegre, com o maior preço registrado: R$ 69,00.


Bahia

  • Luís Eduardo Magalhães: R$ 61,00

No Oeste baiano, preços competitivos e próximos aos do Paraná.


Análise: Por que tanta diferença?

A variação do preço do milho no Brasil é explicada por fatores como:

  • Oferta e demanda local – regiões produtoras como Mato Grosso tendem a ter preços menores.
  • Custos logísticos – transporte até portos e consumidores finais impacta o valor.
  • Demanda da agroindústria – estados com produção de proteína animal pagam mais pelo grão.
  • Mercado internacional – câmbio e exportações influenciam diretamente.

Conclusão

O preço do milho segue em patamares bastante distintos pelo país: enquanto o Mato Grosso opera em níveis baixos, o Sul e o Sudeste apresentam valores que chegam perto dos R$ 70,00. Para produtores, o desafio está em equilibrar custos e aproveitar momentos de alta. Para consumidores e agroindústrias, a busca por alternativas segue em pauta.


Disclaimer

Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 02/09/2025. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.

Fonte: CEPEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.


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