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Boi Gordo: Confira os preços nas principais praças

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O preço do boi gordo segue firme em diversas regiões do Brasil, com a arroba alcançando R$ 351. Veja as principais cotações e tendências.

Para Quem Tem Pressa

O preço do boi gordo segue sustentado nas principais praças pecuárias do país. As maiores cotações foram registradas em Santa Catarina e em regiões do Pará, com valores chegando a R$ 351 por arroba. Enquanto algumas localidades apresentaram estabilidade, poucas regiões registraram recuo, indicando um mercado ainda firme para os pecuaristas.

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Mercado do boi gordo mantém sustentação nas principais regiões

O preço do boi gordo continua demonstrando força no mercado brasileiro. As cotações divulgadas para diversas regiões produtoras mostram um cenário predominantemente estável, com alguns avanços pontuais e poucas quedas.

Entre os destaques do levantamento, Santa Catarina aparece com uma das maiores referências do país, registrando R$ 351,00 por arroba à vista e R$ 355,00 para pagamento em 30 dias.

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O movimento reforça a percepção de que a oferta de animais terminados segue ajustada em várias praças, sustentando os valores negociados pelos frigoríficos.

PraçaÀ Vista (R$)30 Dias (R$)
SP Barretos346,50350,00
SP Araçatuba346,50350,00
MG Triângulo324,50328,00
MG B. Horizonte326,50330,00
MG Norte316,50320,00
MG Sul321,50325,00
GO Goiânia326,50330,00
GO Reg. Sul326,50330,00
MS Dourados343,50347,00
MS C. Grande344,50348,00
MS Três Lagoas343,50347,00
RS Oeste (kg)12,3512,50
RS Pelotas (kg)12,5512,70
BA Sul313,50317,00
BA Oeste321,50325,00
MT Norte341,50345,00
MT Sudoeste343,50347,00
MT Cuiabá344,50348,00
MT Sudeste346,50350,00
PR Noroeste341,50345,00
SC351,00355,00
MA Oeste341,50345,00
Alagoas336,50340,00
PA Marabá341,50345,00
PA Redenção338,50342,00
PA Paragominas351,00355,00
RO Sudeste338,50342,00
TO Sul331,50335,00
TO Norte334,50338,00
Acre301,50305,00
ES319,50323,00
RJ336,50340,00
Roraima336,50340,00

Onde estão as maiores cotações?

Santa Catarina lidera o ranking

O estado catarinense apresentou a maior cotação observada, com a arroba negociada a R$ 351,00.

Logo atrás aparecem:

  • Pará (Paragominas): R$ 351,00
  • São Paulo (Barretos): R$ 346,50
  • São Paulo (Araçatuba): R$ 346,50
  • Mato Grosso Sudeste: R$ 346,50
  • Mato Grosso do Norte: R$ 341,50

Esses números demonstram que o preço do boi gordo permanece em patamares historicamente relevantes para diversas regiões produtoras.

Pará chama atenção

O estado do Pará registrou comportamentos distintos entre suas praças. Enquanto Paragominas apresentou valorização e alcançou R$ 351,00, Marabá e Redenção registraram movimentos de baixa.

Essa diferença mostra como fatores locais, como escala de abate, oferta regional e demanda dos frigoríficos, continuam influenciando diretamente as negociações.


Regiões com recuo nos preços

Apesar da firmeza predominante, algumas localidades apresentaram queda nas cotações.

Entre elas estão:

  • MG Norte
  • MT Sudoeste
  • PA Marabá
  • PA Redenção
  • RO Sudeste

Mesmo nesses casos, os recuos foram moderados e não alteram significativamente a tendência geral observada para o mercado.

O comportamento indica que o preço do boi gordo segue encontrando suporte na disponibilidade limitada de animais prontos para o abate.


Pecuaristas acompanham escalas dos frigoríficos

Um dos principais fatores observados pelo mercado continua sendo a extensão das escalas de abate.

Quando os frigoríficos possuem poucos dias de programação, a necessidade de compra tende a aumentar, favorecendo negociações mais firmes. Por outro lado, escalas confortáveis costumam reduzir a pressão compradora.

Atualmente, o cenário permanece equilibrado. Não há sinais de excesso de oferta capaz de provocar movimentos bruscos de queda.

Por isso, muitos produtores seguem atentos às oportunidades de comercialização, especialmente nas regiões onde o preço do boi gordo apresenta os maiores valores.


Exportações continuam no radar

Outro elemento importante para o mercado é o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina.

A demanda internacional tem desempenhado papel relevante na sustentação das cotações ao longo dos últimos meses. Quando os embarques avançam, os frigoríficos exportadores costumam disputar mais intensamente os lotes de animais terminados.

Essa dinâmica ajuda a explicar parte da resistência observada no preço do boi gordo, mesmo em momentos de maior oferta regional.


O que esperar para os próximos dias?

A tendência de curto prazo aponta para manutenção da firmeza nas principais regiões produtoras.

Os pecuaristas devem continuar monitorando:

  • Escalas de abate;
  • Ritmo das exportações;
  • Consumo interno;
  • Oferta de animais terminados;
  • Movimentação dos frigoríficos.

Caso a oferta permaneça ajustada, o preço do boi gordo poderá seguir sustentado nas próximas semanas. Em algumas regiões, não estão descartados novos ajustes positivos.


Conclusão

O preço do boi gordo mantém um cenário favorável para a pecuária de corte brasileira. Com a arroba alcançando R$ 351 em importantes praças produtoras e predominância de estabilidade nas negociações, o mercado segue demonstrando resiliência.

Para produtores e agentes da cadeia pecuária, acompanhar as cotações regionais continuará sendo fundamental para identificar oportunidades e maximizar resultados em um ambiente cada vez mais competitivo.


Disclaimer

Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 16/06/2026. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.

Fonte: Scot Consultoria e diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário.

Imagem principal: Depositphotos.


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