bois de corte
O Boi China a Prazo segue com preços distintos entre os principais estados produtores, refletindo condições locais de oferta, demanda e logística. Em 15 de outubro de 2025, as cotações apresentaram equilíbrio dentro das faixas esperadas, com variações moderadas conforme os custos de produção e transporte. A seguir, veja os valores detalhados por estado e uma análise clara sobre o cenário pecuário atual.
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Acompanhe aqui todas as nossas cotações
| UF | Preço Bruto (R$/@) | Preço Livre de Impostos (R$/@) |
|---|---|---|
| São Paulo | 310,00 | 305,50 |
| Minas Gerais (Exceto região Sul) | 297,00 | 292,50 |
| Mato Grosso | 305,00 | 300,50 |
| Mato Grosso do Sul | 320,00 | 315,00 |
| Goiás | 297,00 | 292,50 |
| Pará – Paragominas | 300,00 | 295,50 |
| Pará – Redenção e Marabá | 298,00 | 293,50 |
| Rondônia | 282,00 | 278,00 |
| Espírito Santo | 295,00 | 290,50 |
| Tocantins | 295,00 | 290,50 |
| Paraná | 315,00 | 310,50 |
O mercado do Boi China a Prazo em outubro de 2025 mostra um retrato diversificado do setor pecuário brasileiro. Cada estado reflete sua própria realidade de custos, logística e demanda, compondo um mosaico que evidencia a amplitude geográfica e econômica da pecuária nacional.
O estado de São Paulo mantém o papel de referência nacional, com o Boi China a Prazo cotado a R$310,00, sendo R$305,50 livre de impostos. A estrutura consolidada da indústria frigorífica e a eficiência logística favorecem a estabilidade de preços, garantindo previsibilidade ao produtor e ao exportador.
Em Minas Gerais, o valor bruto de R$297,00 indica um mercado competitivo, com boa integração entre confinamento e pastagens. Goiás segue em patamar semelhante, com R$297,00, refletindo equilíbrio entre a oferta regional e o fluxo de abates destinados à exportação.
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul continuam sendo pilares da produção brasileira. O primeiro registra R$305,00, enquanto o segundo apresenta R$320,00, a maior cotação entre as regiões analisadas. O destaque se deve à robustez das operações e à qualidade dos animais habilitados ao padrão China, o que mantém o estado em posição estratégica.
No Pará, as praças de Paragominas (R$300,00) e Redenção/Marabá (R$298,00) demonstram pequenas diferenças associadas à distância dos centros de abate e à infraestrutura de transporte. A crescente profissionalização das fazendas locais tem contribuído para consolidar o estado no mapa exportador.
Com R$282,00 brutos e R$278,00 livres de impostos, Rondônia apresenta valores moderados. A região tem se consolidado como um polo estável, com investimentos em genética e manejo sustentável, favorecendo a consistência no fornecimento de animais para exportação.
Ambos os estados registram R$295,00 no preço bruto e R$290,50 no líquido. Esses valores refletem um equilíbrio entre produtividade e custos, mostrando que, mesmo com desafios logísticos, há consistência na entrega de animais dentro do padrão exportador.
O Paraná, com R$315,00, figura entre os estados com valores mais altos do Boi China a Prazo. A forte exigência de rastreabilidade e a qualidade genética do rebanho paranaense contribuem para esse resultado. O estado também tem se beneficiado de programas de certificação e da proximidade com frigoríficos habilitados para exportação.
O Boi China a Prazo representa uma categoria estratégica dentro do mercado pecuário brasileiro. Destinado ao atendimento das exigências sanitárias e de rastreabilidade impostas pela China, esse segmento reforça a imagem de um Brasil competitivo e tecnicamente preparado para atender aos padrões internacionais.
Os preços observados em 15 de outubro de 2025 evidenciam uma estrutura de mercado madura, com estabilidade operacional e previsibilidade para exportadores e pecuaristas. Essa consistência é resultado da profissionalização crescente do setor e do avanço de tecnologias voltadas ao manejo e ao controle sanitário.
O panorama do Boi China a Prazo reflete um mercado maduro e diversificado, com preços que variam conforme as características regionais e estruturais de cada estado. A consistência dos valores e a presença de boas práticas de rastreabilidade reforçam a confiança do comprador internacional e a relevância da pecuária brasileira no cenário global.
O setor segue sustentado por uma combinação de tecnologia, manejo eficiente e integração logística, garantindo o abastecimento e a competitividade das exportações para o maior mercado consumidor de carne bovina do mundo.
Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 15/10/2025. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.
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