boi de corte
O Boi China a Prazo segue como um dos principais indicadores da pecuária de corte brasileira. Os preços apresentados em 08/10/2025 mostram como o mercado continua competitivo entre os estados produtores, com variações regionais que refletem custos logísticos, qualidade da arroba e exigências de exportação.
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O mercado do Boi China a Prazo é referência para produtores, frigoríficos e exportadores que atendem ao exigente padrão de qualidade do mercado chinês. Esse tipo de negociação envolve animais jovens, com rastreabilidade e alimentação controlada — elementos essenciais para atender às exigências sanitárias internacionais.
A China segue como o maior comprador da carne bovina brasileira, o que faz desse indicador um termômetro importante não só para o setor agropecuário, mas também para a balança comercial nacional.
| UF | Preço Bruto (R$/@) | Preço Livre de Impostos (R$/@) |
|---|---|---|
| São Paulo | 310,00 | 305,50 |
| Minas Gerais (Exceto região Sul) | 295,00 | 290,50 |
| Mato Grosso | 298,00 | 293,50 |
| Mato Grosso do Sul | 316,00 | 311,50 |
| Goiás | 297,00 | 292,50 |
| Pará – Paragominas | 298,00 | 293,50 |
| Pará – Redenção e Marabá | 297,00 | 292,50 |
| Rondônia | 280,00 | 276,00 |
| Espírito Santo | 295,00 | 290,50 |
| Tocantins | 290,00 | 285,50 |
| Paraná | 312,00 | 307,50 |
Os valores demonstram diferenças entre as principais regiões produtoras do país. Estados com maior integração logística e frigoríficos habilitados para exportação costumam apresentar preços ligeiramente superiores.
Em locais com distâncias maiores até os portos de embarque ou com oferta elevada de gado pronto, os preços tendem a se estabilizar em patamares próximos, mantendo a competitividade regional.
Essas diferenças, no entanto, são naturais em um mercado nacional de grande escala, onde fatores como custo de transporte, disponibilidade de insumos e capacidade industrial interferem na composição final da arroba.
Mesmo sem recorrer a termos de alta ou baixa, é importante entender os elementos que moldam o comportamento do mercado:
O padrão “China” impõe critérios rigorosos quanto à idade do animal e à origem da fazenda. Isso cria uma diferenciação no valor pago, já que apenas parte do rebanho nacional se enquadra nesses requisitos.
Estados mais próximos dos grandes corredores de exportação — como São Paulo e Paraná — frequentemente apresentam valores mais consistentes, reflexo da maior eficiência no escoamento.
O custo da alimentação, principalmente o milho e o farelo de soja, continua sendo um fator determinante na margem dos pecuaristas. A eficiência na engorda e o uso de tecnologias de manejo ajudam a manter a competitividade.
A disponibilidade de animais prontos para o abate e o ritmo das compras das indústrias frigoríficas afetam diretamente a precificação entre os estados.
A parceria entre Brasil e China é estratégica para o setor agropecuário. O país asiático é responsável por mais de 50% das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se como destino principal da proteína nacional.
O Boi China a Prazo é, portanto, um indicador vital: reflete não apenas o valor da arroba, mas também a relação de confiança e qualidade construída ao longo dos anos.
O cenário da pecuária em 2025 mostra um setor cada vez mais atento à eficiência produtiva, sustentabilidade e bem-estar animal. A rastreabilidade e o cumprimento de protocolos sanitários se tornaram fatores competitivos, capazes de abrir portas para novos mercados e manter a confiança dos atuais parceiros comerciais.
Os pecuaristas que buscam se manter relevantes devem investir em tecnologia, integração de dados e práticas de manejo de precisão. Esses elementos ajudam a equilibrar custos e garantem a consistência do produto final, independentemente de oscilações pontuais.
O Boi China a Prazo segue como um importante referencial de transparência e competitividade dentro da pecuária brasileira. Os dados de 08/10/2025 mostram um mercado sólido, diversificado e atento às demandas internacionais.
O futuro do setor dependerá da capacidade de adaptação às novas exigências globais, mantendo o foco na qualidade da carne e na eficiência de produção.
Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 08/10/2025. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.
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