boi gordo
O Boi China a Prazo reflete a força da pecuária brasileira voltada à exportação para o mercado asiático. No início de outubro de 2025, as cotações variaram entre R$ 280,00 e R$ 316,00 por arroba, dependendo do estado. A seguir, você confere uma visão clara e direta de quanto vale o boi destinado à China, com dados organizados e atualizados.
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O Boi China a Prazo representa uma categoria de negociação voltada ao padrão de exportação exigido pelo mercado chinês — que, nos últimos anos, se tornou um dos maiores compradores da carne bovina brasileira. Em 06 de outubro de 2025, as praças pecuárias nacionais apresentaram valores estáveis, com diferenças regionais que ilustram as dinâmicas logísticas e tributárias de cada estado.
A seguir, apresentamos a tabela completa com os valores de referência:
| UF | Preço Bruto (R$/@) | Preço Livre de Impostos (R$/@) |
|---|---|---|
| São Paulo | 307,00 | 302,50 |
| Minas Gerais (exceto região Sul) | 295,00 | 290,50 |
| Mato Grosso | 298,00 | 293,50 |
| Mato Grosso do Sul | 316,00 | 311,50 |
| Goiás | 295,00 | 290,50 |
| Pará – Paragominas | 297,00 | 292,50 |
| Pará – Redenção e Marabá | 295,00 | 290,50 |
| Rondônia | 280,00 | 276,00 |
| Espírito Santo | 292,00 | 287,50 |
| Tocantins | 290,00 | 285,50 |
| Paraná | 312,00 | 307,50 |
Os valores mostram que a cotação média nacional do Boi China a Prazo gira em torno de R$ 297,00 a R$ 305,00, com destaque para Mato Grosso do Sul e Paraná, que apresentam os maiores preços por arroba. Esses estados têm uma forte estrutura de confinamento e frigoríficos habilitados para exportação, o que tende a valorizar o produto destinado ao padrão internacional.
No outro extremo, Rondônia apresenta os valores mais baixos — reflexo das diferenças de custos logísticos e tributários que afetam o preço líquido recebido pelos produtores.
O Boi China a Prazo não é apenas uma categoria de mercado: ele simboliza a integração da pecuária brasileira ao comércio global. A arroba negociada dentro desse padrão segue exigências sanitárias e de rastreabilidade específicas, o que aumenta o rigor produtivo e, consequentemente, o valor agregado da carne.
Para o produtor, entender as variações regionais é essencial para planejar o fluxo de vendas, ajustar o manejo nutricional e avaliar oportunidades de contrato com frigoríficos habilitados.
Os preços do Boi China a Prazo variam conforme fatores logísticos, fiscais e estruturais. Entre os principais pontos que moldam o cenário estão:
Estados com maior número de frigoríficos habilitados para exportar à China — como Mato Grosso do Sul e Paraná — tendem a registrar valores mais elevados, pois há maior concorrência pela compra do gado.
A distância até os portos de embarque influencia diretamente os custos. Regiões mais próximas de Santos (SP) ou Paranaguá (PR) costumam ter vantagem competitiva.
Diferenças no ICMS e outros encargos impactam o preço livre de impostos, afetando o resultado final para o produtor.
Sistemas de terminação intensiva e genética adaptada ao padrão exportador garantem melhor rendimento de carcaça, favorecendo estados com maior tecnologia de manejo.
O cenário do Boi China a Prazo em outubro de 2025 demonstra uma tendência de estabilidade, com margens que refletem equilíbrio entre oferta e demanda. A exportação segue como vetor fundamental da pecuária, sustentando o fluxo de abate e garantindo liquidez ao mercado.
Especialistas apontam que a manutenção de protocolos de qualidade e o cumprimento de exigências sanitárias continuarão sendo diferenciais decisivos para quem busca consolidar sua produção dentro do padrão China.
Entre os pecuaristas, há quem brinque dizendo que o Boi China a Prazo é o “boi que viaja mais do que o dono”, tamanha a dependência da exportação asiática. Essa leve ironia revela uma verdade: atender ao mercado chinês é sinônimo de visibilidade e de padrões produtivos elevados, que acabam beneficiando toda a cadeia de carne bovina no país.
O Boi China a Prazo continua sendo uma referência importante para medir a competitividade da pecuária brasileira. As variações regionais mostradas na tabela refletem mais do que diferenças de preço — representam a complexidade logística, sanitária e econômica que molda o agronegócio do país.
Com Mato Grosso do Sul e Paraná liderando as cotações e Rondônia mantendo um patamar mais acessível, o mercado segue atento às oportunidades de exportação e à consolidação do Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.
Este artigo é de caráter informativo e opinativo, com dados e cotações referentes ao dia 06/10/2025. As informações podem conter imprecisões, sendo sua utilização de responsabilidade exclusiva do leitor. O conteúdo não constitui recomendação de investimento, orientação financeira, consultoria jurídica ou aconselhamento comercial. Decisões devem considerar as particularidades de cada operação, os regulamentos aplicáveis e, quando necessário, o apoio de profissionais habilitados. Os autores e o site não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste material.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.
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