Maior pivô de irrigação do mundo revoluciona o agro brasileiro
O maior pivô de irrigação do mundo está no Oeste Baiano e simboliza o avanço tecnológico da agricultura brasileira. Instalado em Luís Eduardo Magalhães, ele irriga centenas de hectares com eficiência, sustentabilidade e alto impacto econômico, reforçando o Brasil como potência agrícola global.
O maior pivô de irrigação do mundo está localizado no Oeste Baiano, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, e representa um marco histórico da engenharia agrícola nacional. Instalado na Fazenda Santa Isabel, pertencente ao Grupo Franciosi, esse equipamento redefine os limites da agricultura irrigada, unindo escala, eficiência hídrica e alto desempenho produtivo em uma única estrutura.
O destaque do maior pivô de irrigação do mundo está em suas dimensões impressionantes. Com raio de 1.214 metros e 25 torres, ele é capaz de irrigar aproximadamente 463 hectares de forma contínua. Esse número supera amplamente a média mundial, que gira entre 70 e 80 hectares por pivô central.
Fabricado pela Valley, referência global em irrigação, o sistema utiliza emissores Nelson, garantindo distribuição uniforme da água. Essa precisão reduz perdas, melhora a absorção pelo solo e maximiza o retorno produtivo das lavouras.
O Cerrado brasileiro, antes visto como improdutivo, tornou-se uma das regiões agrícolas mais eficientes do planeta graças à irrigação. O maior pivô de irrigação do mundo é um exemplo claro dessa transformação. Com aplicação controlada de lâminas finas de água, o sistema viabiliza até três safras por ano, aproveitando o alto índice de radiação solar da região.
No Matopiba, essa tecnologia é estratégica para mitigar riscos climáticos, estabilizar colheitas e garantir previsibilidade ao produtor rural.
A irrigação é um dos pilares da competitividade agrícola nacional. O maior pivô de irrigação do mundo contribui diretamente para a segurança alimentar, irrigando áreas que produzem soja, milho e algodão destinados tanto ao mercado interno quanto à exportação.
Luís Eduardo Magalhães consolidou-se como polo da agricultura irrigada, convertendo investimentos em água e energia em produtividade, renda e desenvolvimento regional.
Projetos desse porte exigem alto investimento. O custo médio de irrigação pode ultrapassar 20 mil reais por hectare, tornando essencial o acesso a capital de longo prazo. O maior pivô de irrigação do mundo só foi possível graças a planejamento técnico, gestão eficiente e alternativas financeiras como os Fiagros.
Fundos de investimento agroindustrial vêm se consolidando como solução para viabilizar grandes projetos, conectando produtores ao mercado de capitais.
Além da escala, o maior pivô de irrigação do mundo se destaca pela eficiência ambiental. O uso racional da água, aliado à tecnologia de aplicação precisa, reduz desperdícios e evita a necessidade de abertura de novas áreas agrícolas.
Com potencial para expandir milhões de hectares irrigados, o Brasil pode aumentar a produção em até 50% sem avançar sobre áreas nativas, conciliando crescimento econômico e preservação ambiental.
Mais do que um recorde, o maior pivô de irrigação do mundo simboliza a capacidade do agronegócio brasileiro de transformar desafios em oportunidades. Ele mostra que tecnologia, financiamento inteligente e gestão eficiente são caminhos sólidos para garantir produtividade, sustentabilidade e liderança global na produção de alimentos.
O maior pivô de irrigação do mundo vai muito além de um recorde técnico ou de uma estrutura impressionante em escala. Ele representa, de forma concreta, a evolução do agronegócio brasileiro rumo a um modelo mais eficiente, tecnológico e sustentável. Sua instalação no Oeste Baiano comprova que regiões antes consideradas limitadas do ponto de vista produtivo podem se transformar em polos agrícolas estratégicos quando há investimento em inovação, planejamento e gestão de recursos naturais.
A irrigação de grande escala, como a implementada pelo Grupo Franciosi, demonstra que é possível aumentar significativamente a produtividade sem ampliar a área cultivada, reduzindo pressões sobre biomas sensíveis e promovendo o uso racional da água. A aplicação precisa de lâminas controladas, aliada ao uso de tecnologias modernas, garante estabilidade produtiva mesmo diante das incertezas climáticas, um fator decisivo em um cenário global marcado por eventos extremos cada vez mais frequentes.
Do ponto de vista econômico, o projeto evidencia a importância de novas fontes de financiamento para o agro. A participação do mercado de capitais, por meio de instrumentos como os Fiagros, surge como elemento-chave para viabilizar investimentos de longo prazo, permitindo que produtores adotem soluções de alto impacto tecnológico sem comprometer a saúde financeira das operações. Esse modelo cria um ciclo virtuoso de crescimento, inovação e geração de valor em toda a cadeia produtiva.
Além disso, o maior pivô de irrigação do mundo reforça o papel do Brasil como protagonista na segurança alimentar global. Ao combinar clima favorável, tecnologia avançada e gestão eficiente, o país amplia sua capacidade de produzir alimentos, fibras e energia de forma competitiva e sustentável. O exemplo do Oeste Baiano mostra que o futuro da agricultura brasileira passa, necessariamente, pela integração entre tecnologia, sustentabilidade e inteligência financeira.
imagem: IA
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