pecuária intensiva
A pecuária intensiva brasileira enfrenta o desafio de recuperar margens em meio a custos altos e novas exigências. No Encontro de Intensificação de Pastagens da Scot Consultoria, especialistas revelaram que o segredo do lucro está na eficiência — e no manejo inteligente de cada hectare.
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A pecuária intensiva não é apenas uma tendência — é uma necessidade. Em um cenário de custos crescentes, mudanças climáticas e exigências ambientais, produtores buscam fazer mais com menos. No evento da Scot Consultoria, mais de 600 participantes debateram o tema central: “O lucro sumiu: quem é o culpado?”.
A resposta unânime: o lucro não some, ele é desperdiçado em cada decisão mal calculada — da escolha do suplemento ao manejo do pasto.
De acordo com Felipe Fabbri (Scot Consultoria), 2025 oferece janelas de oportunidade. A menor oferta de fêmeas no abate e a valorização do bezerro indicam um ciclo de recuperação. “Quem lê o mercado antes, captura margens mais altas”, destacou.
A eficiência produtiva depende menos da arroba e mais do planejamento, da integração e da gestão.
O primeiro bloco do evento deixou claro: suplementar não é gastar, é investir. Luiz Gustavo Nussio (Esalq/USP) destacou a importância de aproveitar os coprodutos do etanol de milho, enquanto Adilson Aguiar (FAZU) lembrou que entender de onde vem a produtividade é o que diferencia o lucro da perda.
👉 O recado: na pecuária intensiva, cada decisão influencia diretamente o resultado financeiro.
No segundo bloco, o foco foi o papel estratégico do Brasil na produção global de carne bovina.
Com status sanitário reconhecido e um rebanho tropical eficiente, o país reforça sua posição de protagonista.
Alcides Torres e Juliana Pila (Scot Consultoria) mostraram dados positivos: exportações firmes, consumo interno em recuperação e preços da arroba em valorização.
Francisco Castro (CNA) resumiu com otimismo:
“O Brasil é o maior, melhor e único player do futuro para produzir alimento.”
“O culpado não é o boi. É o manejo.”
A frase da professora Janaina Martuscello (UFSJ) ecoou como um alerta. Pastagens mal manejadas são o gargalo invisível da pecuária intensiva.
Estudos da Embrapa confirmam: sem adubação e sem reposição de nutrientes, o sistema entra em ciclo de degradação.
A solução passa por diagnóstico técnico, manejo contínuo e planejamento forrageiro — os três pilares da rentabilidade sustentável.
O fechamento do evento trouxe a estrela da produtividade moderna: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).
Lourival Vilela destacou que sistemas integrados entregam até três safras em um ano e aumentam o retorno por hectare.
Casos reais da Fazenda Agromantova (MA) e da Fazenda Santa Vergínia mostraram que o segredo é gestão por indicadores — não por achismos.
No balanço final, o Encontro de Intensificação de Pastagens 2025 deixou uma mensagem clara:
o lucro não desaparece — ele se constrói no detalhe.
A pecuária intensiva é intensiva em conhecimento. O produtor que dominar essa lógica não só encontrará o lucro — mas o multiplicará.
📅 Próxima edição:
Encontro de Confinamento e Recriadores 2026
🗓️ 7 a 10 de abril | 📍 Ribeirão Preto (SP)
Imagem principal: Depositphotos.
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