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Negociações pressionam preço do milho em Chicago

Início das negociações para renovar acordo do Mar Negro pressiona milho em Chicago.

Veja também: Produção de grãos do MT pode entrar em colapso

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A segunda-feira (13) começa com os preços futuros do milho se movimentando pouco e operando em campo misto na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 85,28 e R$ 87,25 por volta das 10h07 (horário de Brasília).

O vencimento março/23 era cotado à R$ 85,75 com queda de 0,39%, o maio/23 valia R$ 87,25 com perda de 0,01%, o julho/23 era negociado por R$ 86,38 com ganho de 0,24% e o setembro/23 tinha valor de R$ 85,28 com elevação de 0,25%.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) abriu o primeiro dia da semana contabilizando movimentações negativas para os preços internacionais do milho futuro por volta das 09h44 (horário de Brasília).

O vencimento maio/23 valia US$ 6,08 com desvalorização de 8,50 pontos, o julho/23 era negociado por US$ 5,98 com perda de 8,25 pontos e o setembro/23 tinha valor de US$ 5,59 com baixa de 6,25 pontos.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho em Chicago caíram nesta segunda-feira, com o início das negociações sobre a renovação do acordo de transporte marítimo que permite à Ucrânia exportar grãos para os mercados globais.

A publicação destaca que, as negociações começaram na segunda-feira entre funcionários da ONU e o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia sobre a possibilidade de continuar o acordo que permite a exportação segura de grãos dos portos ucranianos do Mar Negro, que expira em 18 de março.

“Como grande exportador de trigo e milho, os suprimentos da Ucrânia são vitais para os mercados mundiais. Existem expectativas nos mercados de grãos de que o acordo seja prorrogado com o prazo agora em poucos dias. A Rússia e a Ucrânia provavelmente não conseguirão tudo o que desejam, mas acho que os países importadores terão feito lobby nos bastidores para que o acordo de remessa seja estendido”, disse à Reuters, Matt Ammermann, gerente de risco de commodities da StoneX.

Fonte: Notícias Agrícolas. Imagem principal: Depositphotos.

Douglas Carreson

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