Câmara Hiperbárica de Oxigênio para tratamento de animais

O Hospital de Pequenos Animais da Universidade da Flórida (UF) nos EUA é uma das poucas instituições a possuir Câmara Hiperbárica de Oxigênio.

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O Hospital de Pequenos Animais da UF é uma das poucas instituições acadêmicas de veterinária a oferecer oxigenoterapia hiperbárica. Embora a oxigenoterapia hiperbárica esteja disponível e seja utilizada mundialmente na medicina humana, com muitas publicações científicas relatando efeitos benéficos para doenças humanas e em modelos animais, seu uso na medicina veterinária é relativamente novo, ocorrendo principalmente na última década. A tecnologia da câmara hiperbárica está sendo usada por um pequeno número de práticas veterinárias e um número ainda menor de instituições acadêmicas nos Estados Unidos.

Durante a oxigenoterapia hiperbárica veterinária, o paciente é colocado com segurança e conforto em uma grande câmara com 100% de oxigênio a uma pressão de 1,5 a 3 vezes a pressão atmosférica normal. Os tratamentos podem durar de 1 a 2 horas e são administrados 1 a 3 vezes ao dia com pelo menos 4 horas entre as sessões. A maioria dos pacientes parece calmo e relaxado durante a oxigenoterapia hiperbárica (muitos até adormecem!) O número total de tratamentos necessários varia de acordo com o tipo de tratamento e a resposta do paciente.

Geralmente, a oxigenoterapia hiperbárica resulta em redução do inchaço, estimulação da formação de novos vasos sanguíneos no tecido cicatrizado/inchaço, redução da pressão causada por lesões na cabeça ou na medula espinhal, melhora da cicatrização e melhor controle da infecção. A oxigenoterapia hiperbárica pode ser de grande ajuda para pacientes veterinários, acelerando o processo de cicatrização e pode reduzir ou eliminar a necessidade de procedimentos mais invasivos, como cirurgia, muitas vezes resultando em economia líquida de tempo e custo de tratamento para os donos de animais.

Algumas das condições que se beneficiam da oxigenoterapia hiperbárica veterinária

Inchaço – pós-operatório, lesões por esmagamento, picada de cobra, queimaduras

Trauma – interno, cabeça, medula espinhal

Inalação de fumaça

Toxicidade de Monóxido de Carbono

Pancreatite

doença do disco intervertebral

Artrite

Feridas que não cicatrizam, particularmente feridas externas onde há preocupação com o suprimento de sangue

Tradução: Equipe Agron. Fonte: Ufl. Imagem: UF Health / You-tube.

Douglas Carreson

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