milho seco
O preço do milho saca de 60 kg varia bastante pelo Brasil, chegando a oscilar mais de 26 reais entre a região mais cara e a mais barata. Enquanto em Tangará da Serra (MT) o produtor vende a saca por R$ 41,50, em Concórdia (SC) ela bate R$ 68,00. Veja agora o panorama completo e onde vale mais a pena comprar ou vender.
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O preço do milho saca de 60 kg tem apresentado diferenças significativas entre estados e regiões. Fatores como clima, custo logístico, oferta e demanda local influenciam diretamente o valor. Abaixo, vamos detalhar o cenário por estado e cidade, para ajudar produtores, compradores e investidores a tomarem decisões mais assertivas.
O Paraná é um dos principais produtores nacionais e apresenta preços que variam de R$ 57,00 a R$ 63,00. Paranaguá lidera o valor mais alto no estado, enquanto Cascavel apresenta a cotação mais baixa.
O estado de São Paulo tem valores próximos, com pequenas variações entre as regiões. São Paulo e Campinas aparecem no topo, com R$ 63,32, enquanto Sorocaba fica em R$ 58,65.
O Mato Grosso do Sul apresenta preços bem mais baixos que os estados do Sul e Sudeste, com destaque para Chapadão do Sul e Costa Rica, onde a saca está a R$ 48,50.
O Mato Grosso é o estado com menor valor de venda do milho atualmente. Tangará da Serra lidera a lista nacional de preços baixos, com R$ 41,50.
Ambos estados têm preços intermediários, próximos da média nacional.
O Sul do Brasil apresenta os preços mais elevados. Em Concórdia (SC) e Porto Alegre (RS), o valor chega a R$ 68,00.
A única cidade baiana listada, Luis Eduardo Magalhães, apresenta a saca a R$ 55,50, um valor competitivo frente à média nacional.
Essa variação reflete principalmente a distância dos polos de consumo, a safra local e os custos logísticos.
O preço do milho saca de 60 kg segue pressionado no Sul devido à forte demanda interna e custos de transporte. Já no Centro-Oeste, a abundância de oferta puxa o valor para baixo. Para o produtor, vender nas regiões de maior valor pode compensar o frete, enquanto para o comprador, negociar diretamente nas áreas de menor preço é o caminho mais econômico.
Fonte: CEPEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.
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