milho seco
O preço do milho está longe de ser uniforme no Brasil. Cidades de Santa Catarina lideram com valores acima de R$67 por saca de 60kg, enquanto municípios do Mato Grosso registram as menores cotações, com destaque negativo para Tangará da Serra (R$41,50). Veja agora onde o milho está mais caro — e onde está quase de graça.
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Se você é produtor, comprador ou apenas curioso, os números mais recentes do preço do milho mostram um cenário de contrastes quase poéticos — se não fossem tão econômicos.
Santa Catarina e Rio Grande do Sul puxam a fila com os preços mais altos por saca de 60 kg. Em Concórdia (SC), o milho bate os R$68, seguido por Porto Alegre (RS) com o mesmo valor. Também em SC, Chapecó e Campos Novos registram R$67.
Essa alta pode ser explicada por uma combinação de demanda elevada para ração animal, menor oferta local e, claro, o frete que encarece ainda mais o cereal vindo de outras regiões.
Agora, se o seu GPS aponta para o Mato Grosso, a história é bem diferente. Em cidades como Tangará da Serra, o preço do milho despenca para R$41,50, o menor valor entre os dados disponíveis.
Outros municípios como Campo Verde (R$45,00), Sapezal (R$42,00) e Sorriso (R$43,00) também mostram cotações que fariam qualquer vendedor chorar — e qualquer criador de frango sorrir.
Nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, os preços seguem mais estáveis — e menos chocantes. Destacam-se:
São valores que refletem relativa estabilidade, mas com margem estreita para valorização.
O Paraná apresenta variações regionais interessantes:
Com logística favorável e demanda portuária, o estado mantém cotações consistentes e acima da média nacional.
Em Luis Eduardo Magalhães (BA), a saca é negociada a R$55,00, valor considerado competitivo dentro da realidade nordestina, com escoamento voltado tanto para o mercado interno quanto para exportação.
Com a oscilação nos fretes, o dólar em constante movimento e a entressafra apertando os estoques, o preço do milho tende a manter seu comportamento instável — com tendência de leve alta nas regiões com maior consumo industrial ou pecuário.
O preço do milho no Brasil mostra, mais do que nunca, o impacto direto da logística, da demanda regional e das condições climáticas na formação de preços. Enquanto alguns produtores no Sul comemoram as altas cotações, outros no Centro-Oeste lidam com valores que mal cobrem os custos de produção. Fica evidente que acompanhar essas variações deixou de ser uma curiosidade e se tornou uma necessidade estratégica — seja para vender bem, comprar melhor ou planejar o próximo ciclo com mais precisão. Em tempos de mercado volátil, informação vale tanto quanto uma saca cheia.
Fonte: CEPEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.
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