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Preço do milho surpreende: Veja valores por cidade!

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Confira o preço do milho saca de 60 kg em várias cidades brasileiras. Veja onde está mais barato e como o mercado está reagindo às novas cotações.

Para Quem Tem Pressa

O preço do milho saca de 60 kg está variando de R$ 39,00 a R$ 70,00 pelo Brasil, com Santa Catarina e Rio Grande do Sul registrando as cotações mais altas. Quer saber onde comprar mais barato ou entender o cenário do mercado? Veja os valores por cidade e descubra o que influencia essas diferenças.


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Preço do milho: Alta ou queda afeta seu bolso?

Se você achava que o preço do milho saca de 60 kg estava parado, pense de novo. O mercado anda tão volátil quanto humor de quem acorda cedo para cuidar da lavoura. Há lugares onde a saca beira R$ 70,00, enquanto em outros mal chega a R$ 39,00.

A seguir, veja os valores atualizados em várias cidades brasileiras e entenda o que está mexendo com os preços.

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Panorama Nacional do Preço do Milho

Os preços do milho têm sido impactados por diversos fatores: clima, exportações, câmbio e custos de produção. Produtores enfrentam oscilações que podem mudar de uma semana para outra, principalmente com as incertezas do cenário internacional e as expectativas da safra.

No Brasil, as cotações variam muito entre regiões produtoras e polos consumidores. Confira o mapa de preços:


Preço no Paraná

  • Paranaguá: R$ 64,00
  • Campo Mourão: R$ 59,00
  • Cascavel: R$ 58,00
  • Maringá: R$ 59,00
  • Ponta Grossa: R$ 62,00
  • Guarapuava: R$ 62,50

O Paraná segue como um importante polo do milho, com preços médios entre R$ 58,00 e R$ 64,00. Paranaguá, porto estratégico, apresenta valor mais alto por causa da demanda para exportação.


Preço em São Paulo

  • São Paulo (capital): R$ 66,07
  • Campinas: R$ 66,07
  • Sorocaba: R$ 64,91
  • Mogiana: R$ 63,83

São Paulo apresenta valores mais elevados, reflexo do alto consumo interno e logística mais cara.


Preço no Mato Grosso do Sul

  • Campo Grande: R$ 51,00
  • Dourados: R$ 51,00
  • Chapadão do Sul: R$ 51,00
  • Costa Rica: R$ 51,00

Os preços no MS estão estabilizados em torno de R$ 51,00, refletindo boa oferta e menor custo logístico local.


Preço no Mato Grosso

  • Rondonópolis: R$ 49,00
  • Campo Verde: R$ 44,00
  • Tangará da Serra: R$ 39,00
  • Sapezal: R$ 39,00
  • Sorriso: R$ 40,00
  • Lucas do Rio Verde: R$ 42,00

O Mato Grosso exibe os menores preços do país. A abundante produção local e altos custos para escoar o grão até portos derrubam as cotações.


Preço em Goiás

  • Itumbiara: R$ 51,50
  • Rio Verde: R$ 51,50

Goiás mantém cotações medianas, influenciadas pela forte presença de indústrias de ração.


Preço em Minas Gerais

  • Uberaba: R$ 53,00
  • Uberlândia: R$ 53,00
  • Unaí: R$ 56,00
  • Patos de Minas: R$ 53,00

Minas Gerais oscila entre R$ 53,00 e R$ 56,00, com consumo interno aquecido.


Preço em Santa Catarina

  • Chapecó: R$ 69,00
  • Concórdia: R$ 70,00
  • Campos Novos: R$ 69,00
  • Canoinhas: R$ 67,00

Santa Catarina lidera o ranking dos preços altos, impulsionada pela forte demanda de indústrias de carnes e ração animal.


Preço no Rio Grande do Sul

  • Erechim: R$ 66,00
  • Passo Fundo: R$ 66,00
  • Porto Alegre: R$ 69,00

O RS também apresenta preços elevados, refletindo custos logísticos e demanda industrial.


Preço na Bahia

  • Luis Eduardo Magalhães: R$ 57,00

A Bahia mostra preço intermediário, influenciado por custos de transporte e produção.


Fatores que influenciam o preço do milho

Vários elementos impactam o preço do milho saca de 60 kg:

  • Clima nas regiões produtoras
  • Custos de transporte
  • Taxa de câmbio (impacta exportação)
  • Estoques internos
  • Demanda do setor de ração e etanol

Quem comercializa milho precisa ficar atento às notícias do mercado. Basta um rumor de seca ou uma alta do dólar para mudar tudo da noite para o dia — quase como trocar a estação da rádio AM no trator.


Vale a pena esperar para comprar milho?

Seja você produtor ou comprador, a dica é acompanhar cotações regionais e, se possível, travar preços em contratos futuros quando as margens estiverem favoráveis. Para quem opera no agronegócio, informação é lucro.

E, claro, humor não faz mal a ninguém: afinal, quem planta milho também precisa rir — se não do preço, pelo menos das previsões que nunca acertam.

Fonte: CEPEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.


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