Preço do Milho Saca de 60 kg – Confira as Cotações Atualizadas por Estado

Descubra as Cotações do Milho em Cada Região: Preços que Impactam o Mercado e Sua Produção!

Para Quem Tem Pressa:

Se você está buscando as cotações mais recentes do preço do milho saca de 60 kg, este artigo oferece uma visão completa sobre os valores nas principais regiões do Brasil. Com informações detalhadas de localidades como Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Goiás e outros, acompanhe as variações e os preços de mercado que impactam diretamente os produtores.

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Preço do Milho Saca de 60 kg: Cotações Regionais Atualizadas

O preço do milho saca de 60 kg no Brasil apresenta grandes variações conforme a região. Esses preços são fundamentais para produtores rurais, cooperativas e empresas do setor agrícola, pois impactam diretamente o custo de produção e as negociações comerciais. De acordo com as cotações mais recentes, o preço do milho varia significativamente, com algumas regiões apresentando aumentos, enquanto outras experimentam estabilidade ou até queda nos valores.

Para facilitar o acompanhamento, reunimos as cotações mais recentes em diversas regiões, abrangendo estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e outros.

Cotações de Milho por Região

Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul, uma das regiões mais importantes para a produção de milho, apresenta preços variáveis, com destaque para os seguintes valores:

  • Não-Me-Toque/RS (Cotrijal): R$ 67,00
  • Nonoai/RS (Coopertradição): R$ 66,00

Esses valores indicam uma estabilidade no preço do milho na região, com pequenas flutuações que dependem de fatores locais, como o clima e a oferta de grãos disponíveis para comercialização.

Paraná

O Paraná é um dos maiores produtores de milho do Brasil e, por isso, suas cotações têm grande influência no mercado nacional. As últimas cotações na região são as seguintes:

  • Ubiratã/PR (Coagru): R$ 67,00 (+1,52)
  • Londrina/PR (Integrada): Sem cotação
  • Castro/PR (Castrolanda): R$ 75,00 (+1,35)
  • Marechal Cândido Rondon/PR (Copagril): R$ 67,00
  • Pato Branco/PR (Coopertradição): R$ 70,50 (+0,71)
  • Palma Sola/SC (Coopertradição): R$ 71,00 (+1,43)

No Paraná, a variação de preços é bastante comum, especialmente devido à oferta e demanda, com algumas áreas experimentando um pequeno aumento nos preços, como em Castro e Pato Branco.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, o mercado de milho também tem mostrado preços que podem ser vantajosos para os produtores locais. As últimas cotações indicam:

  • Rio do Sul/SC (Cravil): R$ 70,00

Santa Catarina tem se destacado pela produção de milho de qualidade, o que ajuda a manter os preços estáveis, com algumas pequenas variações.

Mato Grosso

Mato Grosso é um dos maiores estados produtores de milho e, por isso, suas cotações têm grande peso na formação do preço do milho no Brasil. Veja as cotações mais recentes:

  • Rondonópolis/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 76,00
  • Primavera do Leste/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 70,00
  • Alto Garças/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 70,00
  • Itiquira/MT (Samir Rosa Assessoria Comercial): R$ 70,00
  • Tangará da Serra/MT (Ceres): R$ 68,00 (+1,49)
  • Campo Novo do Parecis/MT (Ceres): R$ 66,00 (+1,54)
  • Sorriso/MT (Sindicato): R$ 64,50 (+1,18)

Mato Grosso apresenta uma grande variação de preços, com Rondonópolis liderando com R$ 76,00, mas outras cidades da região, como Sorriso, oferecendo preços mais baixos. Essa diferença reflete as condições locais de oferta e demanda.

Goiás

Em Goiás, os preços também variam, mas a região tem se mantido relativamente estável nos últimos meses. As cotações mais recentes são:

  • Jataí/GO (Sindicato): R$ 67,00
  • Rio Verde/GO (Comigo): R$ 67,00

A estabilidade em Goiás reflete a boa produção de milho na região, com poucos ajustes nos preços, uma vez que a produção atende tanto ao mercado interno quanto à demanda externa.

Distrito Federal

No Distrito Federal, a cotação para o milho saca de 60 kg não está disponível no momento, mas é importante acompanhar, já que a região também participa ativamente do mercado de commodities agrícolas.

Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul também tem mostrado preços variados, com as últimas cotações sendo as seguintes:

  • Dourados/MS (BCSP): R$ 72,00
  • São Gabriel do Oeste/MS: R$ 68,00
  • Maracaju/MS (VA Corretora de Cereais): R$ 74,00 (+5,71)
  • Campo Grande/MS (VA Corretora de Cereais): R$ 72,00 (+2,86)
  • Eldorado/MS (Copagril): R$ 64,00

O estado tem se beneficiado de boas colheitas, refletindo uma alta nos preços em algumas regiões, como Maracaju, onde o preço aumentou em relação à última cotação.

Bahia

A Bahia, por sua vez, apresenta preços mais baixos do que a média nacional, com destaque para os seguintes valores:

  • Oeste da Bahia/BA (AIBA): R$ 61,00
  • Luís Eduardo Magalhães/BA: R$ 62,00

Esse preço reduzido pode ser reflexo da menor produção de milho na região, o que resulta em valores mais baixos em comparação com outros estados produtores.

Minas Gerais

Minas Gerais, com seu forte setor agrícola, apresenta preços intermediários, com destaque para:

  • Machado/MG (Coopama): R$ 70,00

São Paulo

Em São Paulo, os preços são mais elevados, refletindo a alta demanda pela produção de milho e a logística eficiente para escoamento. Veja os preços mais recentes:

  • Cândido Mota/SP (Coopermota): R$ 73,00 (+1,39)
  • Itapetininga/SP: R$ 86,00 (+1,18)
  • Campinas/SP: R$ 88,00

São Paulo tem se destacado pela estabilidade e competitividade de seus preços, especialmente em Campinas, onde o valor é o mais alto da lista.

Porto Paranaguá

  • Disponível (Insoy Commodities): Sem cotação

Porto Santos/SP (Ago/Set-2025)

  • Dellagro: R$ 73,00

Análise das Variações no Preço do Milho

A variação nos preços do milho no Brasil é influenciada por diversos fatores, como a colheita local, as condições climáticas, o custo de produção e a demanda do mercado. Em estados como São Paulo, a produção de milho de alta qualidade garante preços mais elevados, enquanto em estados como a Bahia e algumas regiões de Mato Grosso do Sul, os preços tendem a ser mais baixos devido à oferta abundante ou menor demanda local.

Compreender essas flutuações é essencial para os produtores que buscam otimizar suas estratégias de venda e compra, aproveitando as melhores janelas de comercialização.

Imagem principal: Depositphotos.

Douglas Carreson

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