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Mercado mexicano está aberto ao arroz brasileiro

Mercado mexicano está aberto ao arroz brasileiro. Mapa oficializa Irga sobre abertura do mercado mexicano ao arroz brasileiro.

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Mercado mexicano está aberto ao arroz brasileiro

O Instituto Rio Grandense do Arroz foi comunicado oficialmente pelo Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre a abertura de cota por parte do México para a importação de 75 mil toneladas de arroz em casca até dezembro deste ano. O Mapa encaminhou correspondência ao Irga nesta terça-feira (27), solicitando à autarquia reforço na divulgação da notícia junto ao setor orizícola gaúcho, levando em conta o desempenho da safra 2020/2021.

“A informação já era conhecida desde setembro do ano passado, mas ainda faltava confirmação. Com essa divulgação agora por parte do Mapa, nos possibilita a busca deste mercado, principalmente por se tratar de arroz em casca. Com a boa colheita, a produção total será um pouco acima da safra anterior, mantendo o abastecimento, viabilizando a exportação e regulando o mercado”, acrescenta o diretor comercial do Irga, João Batista Camargo Gomes.

O México comunicou ao Governo brasileiro, no ano passado, a aprovação do Certificado Zoossanitário Internacional proposto para a exportação de ovos de aves, subprodutos e partes. Ao mesmo tempo, informou o Brasil sobre a abertura de cota tarifária plurianual para a importação de arroz com casca. Em 2020, o volume do cereal autorizado a ingressar no México com tarifa zero era de 30 mil toneladas. Neste ano, a cota aumenta para 75 mil toneladas.

Fonte: Instituto Rio Grandense do Arroz – Irga.

Preço do arroz segue firme neste fim de temporada. A colheita do arroz da temporada 2020/21 está terminando no Rio Grande do Sul. Mesmo assim, o preço segue firme em boa parte das regiões produtoras do estado – esse cenário tem favorecido a receita dos produtores que estão negociando o produto da nova safra.

Segundo colaboradores do Cepea, as unidades de beneficiamento ainda sinalizam certa dificuldade de comercialização de arroz com atacadistas e varejistas, relatando custos mais elevados, o que acaba influenciando as margens e transmissões de preços entre os elos da cadeia.

Entre 20 e 27 de abril, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros (média ponderada e pagamento à vista), permaneceu praticamente estável (-0,02%), fechando a R$ 86,64/sc de 50 kg no dia 27.

Fonte: Cepea.

Carine Colim

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