Mercado do Boi em Queda Livre e Pecuaristas na Corda Bamba

Mercado do Boi Abre a Semana em Ritmo Lento e com Tendência de Queda Mantida.

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A média nacional das escalas de abate dos frigoríficos fechou a última semana em 14 dias úteis, marcando o nível mais alto já registrado na história, segundo a Agrifatto.

Após o feriado de Corpus Christi, o mercado brasileiro do boi gordo continuou sob pressão de queda nos preços da arroba, consequência do excesso de oferta de animais prontos para abate – a tradicional “desova de fim de safra”.

“Essa situação decorre da incapacidade de retenção nas pastagens desgastadas pelo clima frio e seco, o que obriga os pecuaristas a vender seus animais terminados”, destacam os analistas da Agrifatto.

Nesse cenário, a média nacional das escalas de abate dos frigoríficos brasileiros fechou a última semana em 14 dias úteis, marcando o nível mais alto já registrado na história, conforme a Agrifatto.

De acordo com a consultoria, as indústrias continuam operando com cautela, adquirindo apenas o necessário para manter as escalas controladas.

“Diante das dificuldades expostas, a tendência de crescimento na oferta de boiadas gordas e de queda nos preços da arroba deve persistir por algumas semanas”, prevê a Agrifatto.

Nesta segunda-feira (3/6), a cotação do boi gordo em São Paulo permaneceu estável, em R$ 220/arroba valor médio entre o boi gordo e o boi China, de acordo com a Agrifatto.

“Pelo quarto dia seguido, todas as 17 praças acompanhadas mantiveram suas cotações inalteradas”, destaca a consultoria.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, junho começou devagar no mercado físico do boi gordo. “Foram poucos negócios, ainda em resposta ao feriado da última quinta-feira”, dizem os analistas.

As cotações das outras categorias apresentaram estabilidade na praça paulista, conforme dados da Scot. O boi gordo segue valendo R$ 222/arroba, a novilha é vendida por R$ 212/arroba e o boi China está cotado em R$ 227/arroba.

Douglas Carreson

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