Mercado da soja nas mãos do Brasil e Argentina
Mercado da Soja: Brasil e Argentina no Centro das Tendências em 2023.
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O mercado da soja atualmente se mantém em um estado de equilíbrio na Bolsa de Chicago, demonstrando estabilidade nas últimas sessões. Os preços oscilaram moderadamente durante o pregão de terça-feira (24). Por volta das 11h20 (horário de Brasília), os contratos de novembro estavam cotados a US$ 12,88 por bushel, enquanto os contratos de maio eram negociados a US$ 13,33. Contudo, os produtos derivados da soja, em especial o óleo, registraram quedas, com perdas de mais de 1%.
O mercado permanece na expectativa de novas informações que possam definir uma tendência mais clara. De acordo com Ronaldo Fernandes, analista e diretor da Royal Rural, a soja tem enfrentado dificuldades em se manter acima dos US$ 13 (nos contratos próximos) por um período prolongado.
Os fatores em destaque incluem a colheita nos Estados Unidos, que já ultrapassou 70%, de acordo com os últimos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), e o plantio no Brasil, que ganha cada vez mais atenção dos participantes do mercado. Fernandes observa que 32% da área de plantio no Brasil já foi semeada, um número que não está significativamente atrasado em comparação com a média histórica. No entanto, em algumas regiões, há sinais de irregularidades e atraso em comparação com o ano anterior.
Ainda assim, as adversidades climáticas enfrentadas pelos produtores brasileiros não têm afetado significativamente as cotações da soja na Bolsa de Chicago. Agora, todos os olhos estão voltados para as previsões meteorológicas, aguardando confirmações das chuvas e temperaturas que influenciarão a safra.
Fernandes ressalta que o mercado não consegue estabelecer uma tendência devido à incerteza sobre o volume de produção brasileira. A produção e os preços ainda não estão definidos, pois tanto cenários positivos quanto negativos são possíveis, dependendo das condições climáticas.
À medida que o mercado passa a prestar mais atenção à nova safra brasileira, também começará a observar mais de perto a safra 2023/24 da Argentina. O plantio na Argentina ainda não começou, o que é incomum, e especula-se sobre a possibilidade de parte da área destinada à soja ser convertida para o cultivo de milho, o que poderia impactar o mercado. A situação política na Argentina também é relevante, pois as eleições presidenciais podem influenciar a competitividade do agronegócio do país no mercado internacional.
Portanto, a tendência do mercado de soja está intrinsecamente ligada às decisões e desenvolvimentos no Brasil e na Argentina, bem como a incertezas relacionadas à oferta e à demanda. A China, como principal compradora da soja, também desempenhará um papel fundamental, mas o foco principal recai sobre as decisões desses dois gigantes sul-americanos, Brasil e Argentina.
Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais do autor. Imagem principal: Depositphotos.

