Tipos de Mandioca – Conheça as variedades e seus principais benefícios
Para quem tem pressa
Os tipos de mandioca variam entre a mansa e a brava, cada uma com características e usos distintos. Além de ser um alimento versátil e saboroso, a mandioca oferece benefícios para a saúde, como ação antioxidante, fortalecimento dos ossos e proteção do coração. Entenda as diferenças e veja por que essa raiz é tão valorizada na culinária brasileira.
Tipos de Mandioca: conheça as variedades e seus principais benefícios
A mandioca é um dos alimentos mais tradicionais da mesa brasileira. Apesar de existirem mais de 100 variedades conhecidas, apenas a espécie Manihot esculenta é cultivada comercialmente. Presente em diferentes preparos — cozida, frita, em bolos ou farinhas —, ela é uma raiz que combina sabor, nutrição e versatilidade.
Características
Conhecida também como aipim, macaxeira ou castelinha, a mandioca tem casca marrom e polpa branca ou amarelada. Embora muitos a considerem uma planta, trata-se de uma raiz tuberosa originária da América. Há séculos cultivada pelos povos indígenas, hoje é amplamente consumida em todo o país, com destaque para as regiões Norte e Nordeste. Além de essencial na alimentação, é um importante produto de exportação agrícola.
Mandioca-mansa
A mandioca-mansa, também chamada de mandioca de mesa ou upirá, é a mais comum nas feiras e supermercados. Rica em vitamina A, fibras, potássio e vitamina C, ela é considerada uma excelente fonte de energia e nutrientes. Seu baixo teor de ácido cianídrico permite o consumo direto, sem necessidade de processamento. É ideal para receitas como purês, caldos, bolos e frituras, sendo amplamente apreciada pelo sabor suave.
Mandioca-brava
Já a mandioca-brava (ou amarga) possui alto teor de ácido cianídrico, o que a torna tóxica se consumida crua. No entanto, após processos industriais, ela se torna segura e serve como base para produtos como farinha, polvilho e fécula. Essa variedade tem maior rendimento de amido e ciclo de colheita mais longo, entre 12 e 18 meses, o que a diferencia da mansa.
Benefícios
Mais do que um ingrediente versátil, o aipim traz uma série de benefícios nutricionais e terapêuticos. A seguir, veja alguns dos principais efeitos positivos do seu consumo.
1. Ação antioxidante
Rica em resveratrol e vitamina C, o aipim ajuda a combater os radicais livres, reduzindo o risco de doenças degenerativas e retardando o envelhecimento celular. Esses compostos também fortalecem o sistema imunológico e mantêm a pele saudável.
2. Fortalece ossos e músculos
As folhas e a raiz da macaxeira são ricas em proteínas, vitamina K e colágeno. Esses nutrientes auxiliam na formação dos ossos e cartilagens, melhoram a firmeza da pele e contribuem para a elasticidade muscular.
3. Fonte de energia
Por ser um carboidrato complexo, a macaxeira libera energia de forma gradual, o que a torna ideal para quem pratica atividades físicas ou busca ganho de massa corporal. É uma alternativa natural e nutritiva ao arroz e à batata.
4. Não contém glúten
Todos os tipos de mandioca são livres de glúten, o que os torna seguros para pessoas com doença celíaca ou intolerância. Isso amplia sua presença em dietas restritivas e receitas saudáveis.
5. Protege o coração
O consumo regular da macaxeira contribui para a saúde cardiovascular. Suas fibras e minerais ajudam a equilibrar os níveis de colesterol e pressão arterial, reduzindo o risco de infarto e AVC.
Conclusão
Os tipos de mandioca evidenciam a versatilidade e importância dessa raiz na alimentação brasileira. A mandioca-mansa, consumida diretamente, e a mandioca-brava, usada na indústria, têm usos e nutrientes distintos. Rica em carboidratos, vitaminas e minerais, fornece energia e sustento ao organismo.
Sua ação antioxidante combate radicais livres, protege o coração e fortalece ossos e músculos. Livre de glúten, é adequada para dietas especiais.
Presente na culinária e na economia agrícola, a mandioca combina sabor, versatilidade e benefícios à saúde, mantendo-se indispensável na mesa e na indústria alimentícia.
imagem: wikimedia

