Lombrigas em cães: sintomas, tratamento e prevenção eficaz

Lombrigas em cães: sintomas, tratamento e prevenção eficaz

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Para quem tem pressa

As lombrigas em cães são parasitas comuns, especialmente em filhotes. Causam sintomas como perda de peso, diarreia e barriga inchada. O diagnóstico e tratamento adequados são essenciais para proteger a saúde do animal e evitar a transmissão para humanos.

Lombrigas em cães: o que são e por que são perigosas

As lombrigas em cães pertencem à família Ascaridoidea e se instalam principalmente no intestino, onde se alimentam dos nutrientes do animal. O tipo mais frequente é o Toxocara canis, um verme branco e comprido que pode chegar a 20 centímetros.

Embora nem todos os cães apresentem sintomas, a infestação deve ser tratada com atenção. Se não for controlada, pode causar anemia, desnutrição e até complicações pulmonares, sobretudo em cachorros.

Tipos de lombrigas em cães

O Toxocara canis é o parasita mais comum, mas outras espécies também podem afetar o trato intestinal canino. Elas se reproduzem rapidamente e espalham ovos pelo ambiente através das fezes, perpetuando o ciclo de infecção.

Os filhotes são os mais vulneráveis — podem ser infectados ainda no útero ou pela amamentação, o que reforça a importância de exames e vermifugação preventiva desde cedo.

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Sintomas das lombrigas em cães

Os sinais variam conforme a intensidade da infestação e o estado imunológico do animal. Entre os principais sintomas estão:

  • Diarreia e vômitos;
  • Perda de apetite e emagrecimento;
  • Pelagem sem brilho;
  • Tosse persistente;
  • Abdômen distendido, conhecido como “barriga de verme”.

Nos filhotes, esses sintomas são mais acentuados e podem comprometer o crescimento.

Diagnóstico veterinário

O diagnóstico de lombrigas em cães é feito a partir da análise de amostras de fezes colhidas por três dias consecutivos. O veterinário identifica ovos ou larvas ao microscópio. Em alguns casos, exames de sangue revelam aumento de eosinófilos, sinal de infestação parasitária.

Radiografias e ultrassonografias também podem ser usadas para avaliar órgãos afetados.

Tratamento para lombrigas em cães

O tratamento inclui o uso de vermífugos prescritos pelo veterinário. Eles podem ser administrados em comprimidos, pastas ou soluções tópicas. A medicação elimina os parasitas adultos, interrompendo o ciclo de reprodução.

Após algumas semanas, é importante repetir o exame de fezes para garantir que o tratamento foi eficaz. Em casos mais graves, o veterinário pode associar medicamentos anti-inflamatórios ou antieméticos para aliviar sintomas.

Como ocorre a transmissão das lombrigas

Os cães podem se infectar de várias formas:

  1. Pela placenta, ainda no útero da mãe;
  2. Durante a amamentação;
  3. Ao ingerir roedores contaminados;
  4. Ao entrar em contato com fezes ou solo contaminado.

Dentro do corpo, as larvas percorrem órgãos como fígado e pulmões até retornarem ao intestino, onde amadurecem e produzem novos ovos.

Lombrigas em cães e o risco para humanos

As lombrigas em cães podem ser transmitidas às pessoas, especialmente crianças, por meio do contato com fezes contaminadas. A infecção humana pode causar sintomas gastrointestinais e, em casos raros, lesões oculares. Por isso, higiene e desparasitação periódica são essenciais.

Prognóstico e prevenção

O prognóstico é favorável quando o tratamento é feito cedo. Em filhotes e cães debilitados, os riscos são maiores, mas com acompanhamento veterinário, a recuperação costuma ser completa.

Para evitar novas infestações:

  • Mantenha o ambiente limpo e livre de fezes;
  • Lave comedouros e bebedouros regularmente;
  • Guarde a ração longe de roedores;
  • Faça exames de fezes e vermifugação conforme orientação do veterinário.

Manter o cuidado constante é a melhor forma de garantir que o seu cão fique livre das lombrigas em cães e de outros parasitas.

Conclusão

Concluir sobre lombrigas em cães é reforçar a importância da atenção constante à saúde do seu animal de estimação. Esses parasitas podem causar desde sintomas leves, como perda de apetite e diarreia, até complicações graves em filhotes e cães debilitados, incluindo anemia, problemas de crescimento e alterações nos órgãos internos. O diagnóstico precoce, realizado por exames de fezes, sangue e, quando necessário, radiografias ou ultrassonografias, é essencial para interromper o ciclo de infestação e proteger a saúde do animal. O tratamento correto, com vermífugos prescritos pelo veterinário, aliado a medicamentos de suporte para náuseas ou inflamações, promove a recuperação e evita reinfecções.

Além disso, medidas preventivas como higiene do ambiente, limpeza de comedouros e bebedouros, armazenamento seguro da ração e acompanhamento veterinário regular são indispensáveis. Com esses cuidados, é possível manter seu cão saudável, reduzir riscos de transmissão a humanos e garantir qualidade de vida a longo prazo.

imagem: pexels


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