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Liquidez impede aumento nos preços da arroba do boi

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Baixa liquidez de negócios impede aumento nos preços da arroba do boi.

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Segundo a Scot Consultoria, as ofertas de compra no mercado pecuário de São Paulo aumentaram, enquanto o número de bovinos disponíveis para venda tem diminuído. No entanto, o fluxo de comercialização de boi gordo no mercado físico brasileiro teve pouca evolução no dia 28 de junho, como tem sido observado nos dias anteriores, relatam consultorias especializadas no setor pecuário.

A atuação cautelosa da maioria das unidades frigoríficas tem limitado os movimentos de alta. Embora as escalas de abate das indústrias brasileiras não tenham avançado, a demanda por animais terminados ainda está fraca devido à inconsistência das vendas de carne bovina no atacado e varejo.

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“Neste momento, a oferta de animais disponíveis nas escalas das indústrias atende apenas às necessidades mais urgentes”, observa a S&P Global Commodity Insights.

Diante desse cenário, os poucos movimentos de alta na arroba do boi gordo ainda ocorrem em regiões onde a presença de exportadores exerce maior influência na dinâmica de compra de animais terminados. Nesta quarta-feira, foram registradas correções positivas nos preços de boi gordo nos estados de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Bahia, de acordo com a S&P Global.

Segundo os analistas, a dificuldade na originação do gado deve sustentar algumas altas na arroba no curto prazo. No entanto, é importante destacar que as exportações de carne bovina brasileira têm surpreendido em volume, mas não em preço. As cotações médias da tonelada em junho de 2023 continuam abaixo dos valores registrados nos meses anteriores, o que tem causado lentidão no mercado do boi gordo, mesmo entre as indústrias exportadoras.

Em relação à oferta de boiada nos próximos meses de 2023, a atenção do mercado se volta para a produção de animais terminados durante o segundo ciclo do confinamento, destaca a S&P Global. A queda nos preços dos grãos, especialmente do milho, juntamente com a desvalorização da boiada magra no mercado de reposição, trouxe algum ânimo ao setor de confinamento. No entanto, essa condição ocorreu tardiamente, observam os analistas, criando uma grande lacuna na oferta de animais terminados entre julho e setembro de 2023, o que pode contribuir para uma maior sustentação nos preços do boi gordo.

De acordo com os dados da Scot Consultoria, as cotações dos animais terminados ficaram estáveis nas praças paulistas nesta quarta-feira, após as altas observadas no dia anterior. As ofertas de compra aumentaram, enquanto o número de bovinos disponíveis para venda tem diminuído. O boi paulista destinado ao mercado interno está sendo negociado a R$ 247 por arroba, enquanto a vaca e as novilhas são vendidas por R$ 212 e R$ 230 por arroba, respectivamente (preços brutos e a prazo). O “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) está avaliado em R$ 255 por arroba em São Paulo (preço bruto e a prazo), representando um ágio de R$ 8 por arroba em relação ao animal gordo comum, acrescenta a Scot.

Fonte: Texto gerado por ChatGPT, um modelo de linguagem desenvolvido pela OpenAI, com contribuições e correções adicionais da Equipe Agron. Imagem principal: Depositphotos.


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