Lambedura em excesso em cães e gatos: causas e soluções
Seu pet está se lambendo mais do que o normal? Isso pode ser um sinal de alerta para problemas físicos como infecções, dor ou até distúrbios emocionais, como ansiedade e estresse. Descubra agora as principais causas da lambedura em excesso em cães e gatos, o que observar, como tratar e quais terapias complementares ajudam a melhorar o bem-estar do seu animal.
A lambedura em excesso em cães e gatos é mais comum do que parece e, em muitos casos, vai além de um simples hábito de higiene. Quando o pet se lambe constantemente, é importante entender que ele pode estar manifestando dor, desconforto ou até mesmo desequilíbrios emocionais, como ansiedade ou tédio.
A lambedura em excesso normalmente ocorre nas patas e na base da cauda. No entanto, também é comum observar animais lambendo áreas como barriga, genitais e regiões internas próximas às patas. Em alguns casos, o pet chega a mordiscar essas áreas, o que pode agravar lesões ou provocar infecções.
A primeira atitude deve ser a avaliação veterinária para investigar causas físicas como:
É fundamental descartar qualquer condição clínica antes de considerar causas comportamentais.
Quando não há causas físicas evidentes, a lambedura em excesso em cães e gatos pode estar relacionada a:
Esse quadro é conhecido como dermatite psicogênica, e precisa de uma abordagem comportamental integrada para evitar agravamento.
O tratamento inclui:
A Medicina Veterinária Integrativa tem ganhado espaço no tratamento da lambedura em excesso em cães e gatos, incluindo:
Essas práticas, aliadas às mudanças de rotina e ambiente, melhoram o bem-estar do animal.
Ações simples ajudam muito:
Evite broncas ou gritos. Em vez disso, redirecione a atenção do pet com sons ou estímulos neutros.
A lambedura em excesso em cães e gatos é um comportamento que nunca deve ser ignorado. Embora a lambedura faça parte da higiene natural dos pets, quando se torna frequente, obsessiva ou localizada, indica que algo não vai bem com a saúde física ou emocional do animal. Desde feridas, infecções e alergias até transtornos comportamentais como tédio, ansiedade de separação e estresse, são muitas as possíveis causas por trás desse comportamento.
O papel do tutor é fundamental nesse processo. Observar mudanças sutis no comportamento, investigar a frequência e o local das lambeduras e buscar atendimento veterinário precoce são atitudes que fazem toda a diferença no diagnóstico e tratamento eficaz. Uma vez descartadas as causas físicas, é importante considerar aspectos emocionais e ambientais da vida do pet — como rotina pobre, falta de estímulo, solidão ou conflitos com outros animais.
Além dos tratamentos convencionais com medicamentos e cuidados tópicos, terapias integrativas como acupuntura, cromoterapia, reiki e florais vêm se mostrando aliadas poderosas na recuperação do bem-estar físico e emocional dos pets. A fisioterapia veterinária, com técnicas como a fotobioestimulação, também se destaca na cicatrização de feridas e na promoção de relaxamento e conforto.
Para resolver definitivamente o problema da lambedura excessiva, o ideal é uma abordagem multidisciplinar, que considere o pet como um todo — corpo, mente e ambiente. Enriquecer o cotidiano com brincadeiras, passeios, atenção e amor, além de criar um espaço seguro e positivo, contribui imensamente para a qualidade de vida do animal.
Por fim, nunca utilize broncas ou punições como forma de correção. Isso pode aumentar ainda mais o estresse do pet e agravar o quadro. O mais importante é acolher o comportamento como um sinal de alerta e agir com empatia, atenção e responsabilidade. Ao fazer isso, você estará não apenas tratando um sintoma, mas promovendo saúde e bem-estar duradouros ao seu melhor amigo.
imagem:pxhere
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