Influência dos fungos na qualidade do café
Controle químico é indicado para evitar a disseminação de doenças nos cafezais
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/r/1/MVHPCsSAC7KpNxC6EaGQ/1.png)
— Foto: Divulgação: IHARA
Com quase 2 milhões de hectares de cafezais espalhados por seu território e uma produção que deve somar mais de 53 milhões de sacas neste ano, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil é o maior produtor e exportador do grão do mundo. Mas há muito trabalho por trás desses números.
Os cafeicultores precisam lidar com problemas e doenças que comprometem a qualidade e a produtividade da cultura. É o caso dos danos causados por fungos, por exemplo, que podem causar perdas de até 50%. Para evitar prejuízos, os especialistas recomendam técnicas de manejo com a utilização de fungicidas.
As condições climáticas do Brasil, ao mesmo tempo que favorecem o desenvolvimento do café, também são ideais para a propagação de fungos nos cafezais. Isso ocorre porque esses organismos se espalham com mais facilidade em ambientes quentes e úmidos, características que prevalecem durante a maior parte do ano nas principais regiões produtoras de café do país.
Principais produtores
A maior parte da produção brasileira de café está concentrada em seis estados, sendo Minas Gerais (previsão de 24,8 milhões de sacas em 2022) o maior produtor, seguido por Espírito Santo (16,46 milhões de saca), São Paulo (4,4 milhões de sacas), Bahia (3,65 milhões de sacas), Rondônia (2,64 milhões de sacas) e Paraná (553 mil sacas), segundo a Conab.
Outros estados também produzem café, mas em escala menor. É o caso do Acre, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.
Principais fungos
Independentemente do estado em que o cafezal está localizado, os danos provocados por fungos podem ser grandes, com destaque para a ferrugem-do-cafeeiro. A doença, causada pelo fungo Hemileia vastatrix, é considerada uma das mais prejudiciais à cultura.
Outra doença que causa perdas nas lavouras e compromete consideravelmente a qualidade dos grãos colhidos é a cercosporiose, provocada pelo fungo Cercospora coffeicola.
Responsável por prejuízos severos na produção cafeeira, a mancha-de-phoma, também conhecida como “seca dos ponteiros”, é causada pelo Phoma costaricensis e é motivo de grande preocupação dos produtores.
Controle químico
O controle químico é uma das técnicas de manejo que colabora para o combate das doenças causadas por fungos. Nesse sentido, a IHARA, empresa especializada em tecnologia para proteção de cultivos, conta com soluções inovadoras para o combate dessas doenças.
O fungicida Fusão é o mais indicado para a prevenção e controle de doenças provocadas por esses patógenos. O produto combina dois modos de ação, oferecendo a maior taxa de movimentação na planta disponível no mercado, o que resulta em maior distribuição pela folha e, consequentemente, melhor proteção e controle.
Sobre a IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que há 57 anos leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa como uma marca que tem a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais somando mais de 80 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.

