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Habilitação de plantas frigoríficas brasileiras ficou mais fácil

Acordo estabelece novo patamar na parceria entre Brasil e Chile, novo modelo torna mais simples e rápida a habilitação de plantas frigoríficas para o mercado chileno.

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Novo modelo torna mais simples e rápida a habilitação de plantas frigoríficas para o mercado chileno, já que a autorização passa a ser feita pelas autoridades brasileiras, que atestam o cumprimento das regras chilenas pelo estabelecimento.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) aplaudiu o acordo de cooperação assinado nesta quinta-feira (18) entre Brasil e Chile, com o estabelecimento de um sistema de “pre-listing” para a habilitação de estabelecimentos do setor de proteína animal. O acordo foi assinado na Embaixada do Chile em Brasília (DF).

O acordo construído pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Embaixada do Brasil em Santiago, juntamente com as autoridades chilenas, inclui as carnes de aves e de suínos, além de ovinos e bovinos.

O novo modelo torna mais simples e rápida a habilitação de plantas frigoríficas para o mercado chileno, já que a autorização passa a ser feita pelas autoridades brasileiras, que atestam o cumprimento das regras chilenas pelo estabelecimento. Por este modelo, torna-se desnecessária a realização de missões sanitárias aos estabelecimentos.

“O acordo é um reconhecimento aos trabalhos realizados pelas autoridades sanitárias do Brasil e pelo setor produtivo, que é um dos nossos mais relevantes destinos de exportações de proteína animal. Foi um trabalho brilhante executado pelos Ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores, juntamente com a Embaixada Brasileira, consolidando a posição brasileira como parceiro pela segurança alimentar do Chile”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O Chile é o 18° principal importador da carne de frango brasileira, com 21,6 mil toneladas importadas no primeiro quadrimestre deste ano, gerando receita de US$ 40,8 milhões.  No caso de suínos, o Chile é o 4° principal destino, com 27,3 mil toneladas importadas nos quatro primeiros meses deste ano, gerando receita de US$ 63,7 milhões.

Fonte: Portal Uagro. Imagem principal: Depositphotos.

Douglas Carreson

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