economia
O dólar à vista fechou em alta de 0,35% a R$5,6611, puxado por incertezas fiscais e aumento do IOF. O mercado oscilou entre esperança e frustração. Entenda o vaivém.
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Nesta quinta-feira, o dólar à vista teve um daqueles dias “nervosos”, como diriam os mais veteranos do mercado financeiro. Após flertar com a marca dos R$5,60 — em um raro momento de alívio — a moeda norte-americana voltou a ganhar força e encerrou o dia cotada a R$5,6611, com alta de 0,35%.
Motivo? Um combo de notícias contraditórias vindo de Brasília. Primeiro, o mercado reagiu bem ao anúncio do governo de que cortaria R$31,3 bilhões em gastos. Só que a festa durou pouco.
Em plena tarde otimista, o governo anunciou um aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). E não foi só o aumento em si que incomodou os investidores, mas a falta de clareza nos detalhes.
Essa demora para explicar o impacto e o alcance do novo IOF acendeu o alerta vermelho entre os agentes do mercado. Como resultado, o dólar voltou a subir, e o otimismo evaporou mais rápido que cafezinho em reunião do Copom.
Às 17h04, o contrato futuro de dólar com vencimento em junho — o mais líquido atualmente na B3 — avançava 0,21%, cotado a R$5,6695. Apesar da alta de hoje, a moeda americana ainda acumula baixa de 0,27% no mês, o que mostra que nem tudo está perdido (ainda).
Se você importa insumos ou está ligado ao mercado de commodities, atenção dobrada. O dólar à vista influencia diretamente seus custos — e, em momentos assim, vale avaliar a proteção cambial.
Para o investidor médio, o cenário é de cautela. Com o risco fiscal à espreita e o humor global mais instável que Wi-Fi de hotel, a diversificação continua sendo a melhor amiga da carteira.
O mercado financeiro até engole más notícias. O que ele não tolera bem é a falta de previsibilidade. O episódio de hoje mostrou que decisões fiscais mal comunicadas têm poder de bagunçar o câmbio em minutos.
Que Brasília tome nota: transparência e agilidade nas explicações são quase tão valiosas quanto superávit primário.
O comportamento do dólar à vista nesta quinta-feira deixou claro, mais uma vez, o quanto o mercado cambial brasileiro é sensível a sinais — ou à falta deles. A combinação de um corte de gastos mal comunicado com um aumento do IOF sem explicações suficientes teve efeito imediato na confiança dos investidores. A reação rápida e volátil mostra que, por aqui, política fiscal mal explicada tem o mesmo efeito que juros altos: trava o otimismo.
Enquanto o governo não apresentar um plano econômico coeso e previsível, o dólar à vista continuará sujeito a sobressaltos diários. Para quem opera nesse mercado ou depende dele para calcular custos, o melhor remédio é acompanhar as notícias com atenção redobrada, adotar estratégias de hedge e, quem sabe, manter uma dose saudável de ceticismo. No Brasil, às vezes o câmbio responde mais a um parágrafo mal escrito do que a um indicador macroeconômico inteiro.
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