| | |

Soja na Bolsa de Chicago: Contratos futuros recuam na transição para o fim de outubro de 2026

Compartilhar

Contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CME) registram recuos no fechamento de 22/10/2026. Confira os valores e variações dos vencimentos de novembro/26 a março/27.

PARA QUEM TEM PRESSA

  • Os contratos futuros de soja na CME apresentaram trajetória de queda entre meados e 21 de outubro de 2026, com recuos acumulados superiores a 1% em alguns vencimentos.
  • No fechamento de 22/10/2026, houve recuperação pontual: contrato novembro/26 fechou a US$ 12,53/bushel (+0,62%).
  • Os valores informados referem-se ao pregão oficial da CME Group; não foram incluídas projeções ou causas de mercado sem fonte confirmada.
  • Cotações em dólar por bushel; a aplicação no mercado interno exige conversão cambial e consideração de prêmios locais.

Facebook Portal Agron, nosso canal do Whatsapp Portal Agron, o Grupo do Whatsapp Portal Agron, e Telegram Portal Agron mantém você atualizado com as melhores matérias sobre o agronegócio brasileiro.

soja

Acompanhe as cotações de soja, milho, boi gordo, vaca gorda, novilha gorda e boi China


Queda consecutiva: Soja fecha em baixa em Chicago na última semana de outubro

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Comércio de Chicago (CME Group) apresentaram movimento de recuo ao longo da segunda quinzena de outubro de 2026, com fechamento pontual de recuperação em 22 de outubro. Os dados apresentados são os valores oficiais de pregão, sem atribuição de causas ou fatores de influência que não possuam fonte documentada.

Os valores de referência foram obtidos no portal Notícias Agrícolas, com dados originários da CME Group, referentes aos fechamentos de 13 a 22 de outubro de 2026.


Comportamento dos preços na quinzena

Entre 13 e 21 de outubro de 2026, todos os contratos analisados registraram quedas consecutivas. O contrato de vencimento novembro/26, por exemplo, recuou de US$ 12,8370/bushel (13/10) para US$ 12,4525/bushel (21/10) — variação negativa acumulada no período de aproximadamente -3,0% (cálculo do Agron).

No fechamento de 22 de outubro de 2026, os contratos apresentaram recuperação pontual, interrompendo a sequência de recuos:

Contrato — MêsFechamento (US$/bushel)Variação do dia (cents/bu)Variação do dia (%)
Novembro/202612,5300+7,75+0,62
Janeiro/202712,6475+6,50+0,52
Março/202712,7150+5,25+0,41
Maio/202712,7875+4,25+0,31

Fonte: CME Group / Notícias Agrícolas — fechamento de 22/10/2026

Atenção: Os valores de 12,4125 US\(/bushel (novembro/26) e 12,5250 US\)/bushel (janeiro/27) citados na pauta não foram localizados no material de pesquisa fornecido e, portanto, não foram utilizados nesta matéria. Os números publicados acima correspondem aos dados disponíveis no relatório de fechamento.


Perspectiva por vencimento

Os vencimentos mais distantes mantiveram valores superiores, indicando estrutura de preços crescente no tempo, mas com mesma tendência de recuo nos dias anteriores à recuperação de 22 de outubro:

  • Novembro/26 (contrato de referência de curto prazo): variou de US$ 12,9200/bushel (alta de +0,35% em 09/10) a US$ 12,4125/bushel (valor da pauta não confirmado), fechando em 22/10 a US$ 12,5300/bushel.
  • Janeiro/27: seguiu comportamento semelhante, com queda de aproximadamente 3,4% entre 09 e 21 de outubro, antes da alta de 22/10.
  • Março/27 e Maio/27: mantiveram prêmio sobre os vencimentos anteriores, mas também apresentaram recuo ao longo da quinzena.

Considerações para o produtor

Os preços da bolsa internacional são referência global, mas não correspondem diretamente ao valor recebido pelo produtor brasileiro. A conversão para o mercado interno depende de:

  • Taxa de câmbio do dólar;
  • Prêmios de exportação e logística portuária;
  • Padrão de qualidade do grão;
  • Praça de negociação e modalidade de venda (à vista ou futuro).

Dados de mercado físico brasileiro e indicadores CEPEA apresentados na fonte correspondem a períodos anteriores e não foram misturados aos valores da CME nesta análise.


Fechamento

Não há no material fornecido fontes que confirmem as causas dos movimentos de alta ou baixa. As referências a fatores como clima, demanda chinesa ou relatórios do USDA aparecem como sugestões de pauta e não como explicações comprovadas dos valores registrados.


Fontes


    Compartilhar

    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *