Para Quem Tem Pressa
Um infográfico publicado nas redes sociais pelo perfil @BlogPecuariaJa detalhou os cortes de churrasco e parrilla mais tradicionais de quatro países: Brasil, Argentina, Estados Unidos e Espanha. A lista destaca as preferências culturais de cada nação, incluindo desde a picanha brasileira até o bife de chorizo argentino e o brisket americano. O tema gerou engajamento e debates na internet, principalmente devido a dúvidas comuns sobre a nomenclatura de cortes específicos, como a diferença entre o bife de chorizo bovino e o embutido de mesmo nome.
Churrasco pelo mundo: os cortes favoritos de 4 países
Uma publicação recente nas redes sociais destacou as preferências de churrasco em quatro diferentes partes do mundo. O material, compartilhado pelo perfil @BlogPecuariaJa a partir de um infográfico original do @sr.brasa1, elenca os cortes bovinos e suínos que se tornaram símbolos da tradição gastronômica de Brasil, Argentina, Estados Unidos e Espanha.
A repercussão do post sobre o churrasco trouxe à tona a diversidade de técnicas de desossa e os diferentes estilos de preparo adotados em cada país, refletindo influências culturais históricas na forma de cortar e assar a carne.
Os cortes favoritos ao redor do mundo
O levantamento visual reúne os principais emblemas das churrascarias e parrillas internacionais:
- Brasil: Picanha, Fraldinha, Alcatra, Costela e Linguiça.
- Argentina: Asado de tira (Costela em tiras), Vacío (Fraldinha), Entraña (Diafragma), Bife de chorizo (Contrafilé) e Matambre (Capa da costela).
- Estados Unidos: Ribeye (Bife ancho), Brisket (Peito bovino), T-bone (Bisteca com filé), Short ribs (Costela curta) e New York strip (Contrafilé).
- Espanha: Chuletón (Bisteca bovina), Secreto ibérico (Secreto suíno), Presa ibérica (Paleta suína), Costilla de cerdo (Costela suína) e Chorizo español (Linguiça espanhola).
Enquanto o Brasil destaca peças clássicas muito valorizadas pela capa de carne e gordura — como a picanha —, a Argentina aposta em cortes longitudinais e tradicionais da parrilla, como o asado de tira e o vacío. Já os Estados Unidos evidenciam cortes consagrados no churrasco americano (American BBQ), com destaque para o brisket e o ribeye. Na Espanha, a cultura do porco ibérico ganha protagonismo ao lado de cortes bovinos como o chuletón.
O enigma do “chorizo”
Entre os pontos que mais geram dúvidas e comentários entre os consumidores está o nome do bife de chorizo argentino. Fontes especializadas em gastronomia esclarecem que o termo na Argentina se refere a um corte estritamente bovino — correspondente ao contrafilé brasileiro ou ao strip steak americano —, e não a um embutido.
A nomenclatura não tem relação direta com a linguiça de mesmo nome encontrada na Espanha ou em países latino-americanos. Explicações históricas apontam que o nome pode ter surgido devido ao formato alongado e cilíndrico da peça, que lembrava visualmente um chouriço, ou pelo uso tradicional do termo em açougues argentinos para peças mais espessas e suculentas.
imagem: IA

