máquina agrícola
Se sua máquina parou, sua safra parou. E se estamos falando de falhas em colheitadeiras, o prejuízo pode passar de R$ 450 mil por dia. Correias rompidas, sistemas de corte desgastados, rolamentos danificados… tudo isso pode ser evitado com manutenção preventiva. Aqui você confere as cinco falhas mais comuns e como se livrar delas antes que sua colheita vire um pesadelo.
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O rompimento de correias lidera o ranking das falhas em colheitadeiras. Parece simples, mas o efeito dominó pode ser devastador: uma correia rompida pode danificar outras próximas, comprometendo todo o sistema. Revisões periódicas e troca preventiva das peças mais desgastadas são o caminho mais seguro.
Caixa de navalha, dedos do molinete e facas da navalha sofrem desgaste intenso, especialmente sem manutenção adequada. Ignorar esses componentes pode atrasar sua operação e gerar perdas de grãos.
Entre as falhas em colheitadeiras, essa é das mais demoradas para corrigir. Rolamentos ruins podem quebrar engrenagens, carcaças e outros componentes. Uma checagem minuciosa na entressafra evita o problema e reduz custos.
Falhas e vazamentos em rolamentos dos redutores finais comprometem a tração e a movimentação. Consertar isso no meio da lavoura é quase missão impossível.
Bombas hidráulicas e sensores de rotação e plataforma também merecem atenção. Sem manutenção preventiva, podem afetar diretamente a performance da colheitadeira.
Poucos lembram, mas combustível ruim é uma das principais causas de problemas. Filtros saturados, perda de potência e danos a bicos e bombas injetoras são consequências comuns. O custo do tratamento é irrisório comparado ao prejuízo.
Segundo Edison Souza, coordenador de pós-venda da Massey Ferguson, a prevenção é a chave. A chamada manutenção corretiva — esperar a máquina quebrar — é a receita perfeita para prejuízo no pico da safra. O histórico da máquina e uma revisão completa na entressafra permitem planejar e evitar surpresas.
As falhas em colheitadeiras representam muito mais do que simples contratempos mecânicos. Elas são, na prática, gargalos críticos que afetam diretamente a produtividade, a rentabilidade e a logística de toda a operação agrícola. Quando uma máquina desse porte para no campo, não se perde apenas o tempo de trabalho — perde-se a janela ideal de colheita, a eficiência dos caminhões que aguardam carregamento e, em casos extremos, a qualidade dos grãos colhidos fora do ponto ideal. Isso significa que cada hora parada pode gerar prejuízos expressivos, que vão muito além do custo da peça substituída.
Entre as principais causas, o rompimento de correias lidera o ranking por sua capacidade de desencadear danos em efeito cascata, comprometendo outros componentes próximos. As falhas no sistema de corte e os rolamentos danificados também se destacam, não apenas pela frequência, mas pelo tempo necessário para reparos — muitas vezes exigindo substituição de peças mais complexas, como engrenagens e carcaças. Os problemas nos redutores finais e os defeitos nos sistemas hidráulico e elétrico completam o quadro, afetando desde a tração até o controle de sensores e bombas.
Além das falhas mecânicas, o diesel contaminado surge como um inimigo silencioso, capaz de provocar danos sérios ao sistema de injeção. Filtros saturados, perda de potência do motor e danos a bombas e bicos injetores são consequências comuns que, se não prevenidas, comprometem toda a performance da máquina.
A solução para reduzir drasticamente esses riscos está na manutenção preventiva, preferencialmente executada na entressafra, com base no histórico de uso e nas recomendações técnicas do fabricante. Essa prática permite a identificação e a substituição de componentes desgastados antes que causem falhas graves, reduzindo custos, aumentando a disponibilidade da máquina e garantindo que ela esteja plenamente operacional no momento em que mais se precisa dela.
Portanto, encarar a manutenção preventiva como investimento e não como gasto é fundamental. Em um cenário de margens cada vez mais ajustadas e alta competitividade no setor agrícola, a diferença entre um produtor que colhe no tempo certo e outro que sofre atrasos por conta de uma falha mecânica pode significar centenas de milhares de reais a mais ou a menos no resultado final da safra. No campo, preparo e prevenção não são apenas virtudes — são estratégias essenciais para a continuidade e o sucesso da produção.
Imagem principal: Depositphotos.
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