Tipos de carrapatos – riscos e como proteger seu pet

Tipos de carrapatos – riscos e como proteger seu pet

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Para quem tem pressa

Os tipos de carrapatos representam uma ameaça não apenas para cães e gatos, mas também para cavalos, bois e até humanos. Esses parasitas podem transmitir doenças graves, como babesiose e febre maculosa, tornando essencial conhecer as espécies mais comuns e adotar medidas eficazes de prevenção.

Tipos de carrapatos: um risco real para pets e humanos

Muitos acreditam que os carrapatos atingem apenas animais de fazenda, mas na verdade eles são comuns nos pets domésticos. Além disso, até mesmo os humanos podem ser vítimas das doenças transmitidas por esse aracnídeo.

Esses parasitas podem ser encontrados em áreas arborizadas, parques, quintais e trilhas, mas também estão presentes nos centros urbanos. Por isso, conhecer os principais tipos de carrapatos é essencial para identificar riscos e proteger os animais.

Quantos tipos de carrapatos existem?

Mais de 800 tipos de carrapatos já foram catalogados, todos pertencentes à classe Arachnida, ordem Acari e subordem Ixodida. Apesar de pertencerem ao mesmo grupo, possuem características próprias, tamanhos variados e diferentes hospedeiros.

Os carrapatos-estrela, por exemplo, podem medir até 4 mm e, após se alimentarem de sangue, chegar a 1 cm de comprimento. Essas diferenças tornam ainda mais importante a identificação correta de cada espécie.

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Carrapato-vermelho-do-cão

O carrapato-vermelho-do-cão (Rhipicephalus sanguineus) é uma das espécies mais comuns em áreas urbanas. Ele afeta principalmente os cachorros e pode transmitir doenças graves, como babesiose, erliquiose e anaplasmose.

Além de causar coceira e desconforto, essa espécie representa sérios riscos para a saúde dos pets, sendo considerado um dos mais perigosos para os cães que vivem em cidades.

Carrapato-estrela

O carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), também chamado de carrapato-do-cavalo, é mais frequente em áreas rurais e de vegetação densa, mas também pode ser encontrado em regiões urbanas.

Esse carrapato é o principal transmissor da febre maculosa, doença que pode ser fatal tanto para animais quanto para humanos, caso não seja tratada adequadamente.

Os riscos dos carrapatos para cães e humanos

Os tipos de carrapatos podem transmitir diferentes doenças, cada uma com sintomas específicos. Nos cães, os sinais mais comuns incluem perda de apetite, febre, fraqueza, perda de peso e irritações na pele.

Nos humanos, o risco é igualmente preocupante. O carrapato-estrela, por exemplo, pode transmitir a febre maculosa, enquanto outras espécies também podem se hospedar em pessoas, causando infecções sérias.

Como proteger os pets contra carrapatos

A prevenção é a forma mais eficaz de manter os animais seguros. Alguns cuidados recomendados incluem:

  • Uso contínuo de antiparasitários (orais, pipetas ou coleiras), conforme orientação veterinária.
  • Check-ups regulares para avaliação da saúde do animal.
  • Inspeção frequente da pelagem, principalmente após passeios em áreas arborizadas.

Além disso, mesmo que o animal não apresente carrapatos visíveis, a prevenção nunca deve ser deixada de lado.

Produtos que ajudam no combate aos carrapatos

Diversos produtos auxiliam no controle dos tipos de carrapatos e também no combate a pulgas. Entre os mais comuns estão:

  • Remédios orais: de ação sistêmica.
  • Pipetas tópicas: aplicadas na pele.
  • Coleiras antiparasitárias: liberam substâncias repelentes ao longo do tempo.

Para garantir eficácia, é essencial seguir corretamente as recomendações do fabricante e do veterinário responsável.

Conclusão

Conhecer os tipos de carrapatos é fundamental para proteger os animais e os humanos contra doenças graves. O carrapato-vermelho-do-cão e o carrapato-estrela estão entre os mais comuns e perigosos, exigindo atenção redobrada.

A prevenção, com o uso de produtos adequados e acompanhamento veterinário, é a melhor forma de evitar infestações e garantir a saúde do pet. Lembre-se: carrapatos não estão restritos ao meio rural, eles também fazem parte da realidade urbana e representam riscos constantes para os animais de estimação e seus tutores. Além disso, a educação do tutor e a inspeção diária da pelagem são essenciais para proteção contínua.

imagem: wikimedia


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