A carne bovina brasileira acaba de conquistar um novo e promissor destino: Marrocos. Com mais de 37 milhões de habitantes e demanda crescente, o país africano aprovou o Certificado Sanitário Internacional, abrindo suas portas à proteína nacional. A medida fortalece o cenário das exportações, já aquecido, e reforça a confiança global no sistema sanitário brasileiro.
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O Brasil passou a contar com um novo destino para sua carne bovina: o Marrocos. As autoridades sanitárias marroquinas aprovaram o Certificado Sanitário Internacional, permitindo a importação da proteína e dos miúdos bovinos brasileiros. O anúncio foi feito pelo Ministério da Agricultura e pelo Ministério das Relações Exteriores.
Com mais de 37 milhões de habitantes, o Marrocos representa uma importante oportunidade para o agronegócio brasileiro. A aprovação do certificado reflete a confiança no controle sanitário nacional e abre caminho para novas parcerias comerciais e aumento das exportações de carne bovina brasileira.
Em 2023, o país africano importou US$ 43 milhões em produtos cárneos, e o Brasil já ocupava a segunda posição como fornecedor. A tendência é que essa posição se fortaleça com a recente abertura oficial do mercado.
Além da carne bovina brasileira, o Brasil exportou US$ 1,36 bilhão em produtos agropecuários para o Marrocos em 2023. Os principais itens foram do complexo sucroenergético, cereais, farinhas, animais vivos e café. Agora, com a carne incluída, a balança comercial entre os países tende a crescer ainda mais.
O mercado físico do boi gordo no Brasil segue com preços firmes. O indicador DATAGRO apontou uma valorização de 1,22% na primeira semana de abril, fechando em R$ 320/@. Algumas negociações pontuais já atingiram R$ 330/@, segundo consultorias especializadas.
Esse comportamento positivo é sustentado por boas condições de pastagem, demanda aquecida no mercado interno e, principalmente, pelo forte desempenho das exportações — impulsionadas agora pela entrada do Marrocos como novo parceiro da carne bovina brasileira.
Os pecuaristas estão cadenciando as vendas, segurando os animais à espera de melhores preços. Essa estratégia tem dificultado o alongamento das escalas de abate pelas indústrias frigoríficas. A Scot Consultoria destaca que o boi gordo comum está a R$ 320/@, o “boi-China” a R$ 323/@, vaca gorda a R$ 288/@ e novilha a R$ 305/@.
A valorização contínua também é resultado do bom regime de chuvas, que tem garantido a qualidade das pastagens e permitido aos produtores segurar seus estoques.
A demanda interna, especialmente após o pagamento de salários, impulsionou os preços da carne no atacado — tanto com osso quanto desossada. No cenário externo, as exportações de carne bovina in natura atingiram 215 mil toneladas em março, com expectativa de continuidade do bom desempenho até o fim de abril.
De acordo com a Abiec, com base em dados da Secex/MDIC, o Brasil exportou 248 mil toneladas em março, com receita de US$ 1,17 bilhão. A carne bovina brasileira in natura foi responsável por 86,8% do volume exportado e 89,7% do faturamento.
Os destaques entre os países compradores foram:
De janeiro a março, o Brasil exportou 676 mil toneladas de carne bovina, gerando US$ 3,22 bilhões, crescimento de 22,1% em relação ao mesmo período de 2024.
Os principais estados exportadores foram:
Apenas cerca de 30% da produção nacional é destinada à exportação, com cortes diferentes dos consumidos internamente, o que reforça a competitividade da carne bovina brasileira no cenário internacional.
Na B3, o mercado futuro do boi gordo fechou a semana em alta:
O cenário para a carne bovina brasileira continua positivo, com fundamentos sólidos no mercado interno e externo, favorecendo a valorização contínua do produto.
Imagem principal: Depositphotos.
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