O mercado do boi gordo enfrenta pressão baixista devido ao aumento da oferta de fêmeas e ao enfraquecimento do consumo doméstico. Apesar disso, as exportações seguem firmes, sustentando parte dos preços. O que esperar para os próximos meses? Confira as análises e tendências.
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O mercado físico do boi gordo registrou desvalorização ao longo da última semana. O aumento da oferta de fêmeas para abate permitiu que os frigoríficos pressionassem os preços, especialmente na Região Norte.
Além disso, a economia brasileira ainda enfrenta desafios, como inflação e perda de poder de compra, o que impacta diretamente no consumo de carne bovina no mercado interno. Esse fator contribui para a pressão baixista sobre os preços.io Atual do Mercado do Boi Gordo
O mercado físico registrou desvalorização ao longo da última semana. O aumento da oferta de fêmeas para abate permitiu que os frigoríficos pressionassem os preços, especialmente na Região Norte.
No levantamento de 20 de fevereiro, os preços médios da arroba na modalidade a prazo apresentaram queda:
Mesmo com oscilações no mercado interno, as exportações de carne bovina seguem aquecidas. Em fevereiro (até o dia 20), o Brasil exportou 99,8 mil toneladas, com receita de US$ 494 milhões.
Comparado a janeiro de 2024, houve um avanço de:
Mesmo com a investigação chinesa sobre dumping, a China segue como principal importador e a tendência é de aumento na demanda após o Ano Novo Chinês.
Especialistas apontam que a pressão baixista já era esperada, considerando o aumento da oferta e a demanda interna fraca. Entretanto, o setor pode se beneficiar com algumas estratégias:
O mercado do boi gordo segue pressionado pela maior oferta de fêmeas e pela demanda doméstica fraca. No curto prazo, o viés ainda é baixista, mas as exportações fortes e a redução nos abates podem equilibrar os preços.
No entanto, os pecuaristas devem permanecer atentos às tendências globais, especialmente em relação à China, que continua sendo um grande comprador da carne bovina brasileira. A adoção de um manejo mais eficiente, a priorização do abate de animais jovens e a busca por eficiência no confinamento podem ser estratégias determinantes para superar os desafios do setor.
Além disso, o cenário interno ainda impõe desafios, como a recuperação da demanda do consumidor brasileiro. A pressão dos frigoríficos sobre os preços tende a continuar no curto prazo, tornando essencial que produtores estejam preparados para oscilações.
Olhando para o futuro, um possível ajuste na oferta e uma melhora na demanda internacional podem estabilizar o mercado e até mesmo impulsionar os preços nos próximos meses. Acompanhar as movimentações do mercado e ajustar estratégias de produção e comercialização será essencial para garantir competitividade e rentabilidade no setor pecuário.
Imagem principal: Depositphotos.
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