Boi China a Prazo: 11 estados com as melhores cotações
Cotação do Boi China a Prazo surpreende produtores com variação entre estados e impacto direto no mercado de exportação.
Para Quem Tem Pressa
Se você quer saber rapidamente, o Boi China a Prazo em 11/08/2025 teve preços variando de R$ 267,00 a R$ 312,00 por arroba, com destaque para São Paulo e Mato Grosso do Sul no topo da tabela. A variação mostra competitividade entre estados e reflete o apetite da China pela carne brasileira.
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O mercado do Boi China a Prazo em agosto de 2025
O mercado do Boi China a Prazo continua sendo um dos mais estratégicos para o agronegócio brasileiro. Em 11 de agosto de 2025, os preços mostraram um cenário interessante de competição regional, oscilando entre R$ 267,00 e R$ 312,00 por arroba. Essa variação reflete tanto questões logísticas quanto acordos comerciais e demanda internacional.
| UF | Preço Bruto (R$/@) | Preço Livre de Impostos (R$/@) |
|---|
| São Paulo | 312,00 | 307,50 |
| Minas Gerais (Exceto região Sul) | 300,00 | 295,50 |
| Mato Grosso | 305,00 | 300,50 |
| Mato Grosso do Sul | 312,00 | 307,50 |
| Goiás | 290,00 | 285,50 |
| Pará – Paragominas | 290,00 | 285,50 |
| Pará – Redenção e Marabá | 290,00 | 285,50 |
| Rondônia | 267,00 | 263,00 |
| Espírito Santo | 272,00 | 268,00 |
| Tocantins | 285,00 | 280,50 |
| Paraná | 310,00 | 305,50 |
Liderança de preços: São Paulo e Mato Grosso do Sul
Entre os 11 estados analisados, São Paulo e Mato Grosso do Sul registraram o maior preço bruto: R$ 312,00/@. Mesmo após dedução de impostos, o valor ficou em R$ 307,50/@.
Esses estados mantêm liderança graças à infraestrutura logística, proximidade com frigoríficos habilitados para exportação e qualidade do gado abatido.
Minas Gerais e Mato Grosso em posição de destaque
Minas Gerais (exceto a região Sul) apresentou preço bruto de R$ 300,00/@, enquanto Mato Grosso marcou R$ 305,00/@. O preço líquido, respectivamente, foi R$ 295,50/@ e R$ 300,50/@.
Ambos mantêm grande participação no mercado exportador, embora enfrentem desafios logísticos maiores em relação a São Paulo.
Cenário competitivo no Centro-Oeste e Norte
Goiás, Tocantins, Pará (Paragominas, Redenção e Marabá) registraram valores entre R$ 285,00 e R$ 290,00/@. O preço livre de impostos nessas regiões ficou em torno de R$ 280,50 a R$ 285,50/@.
Essas praças têm papel importante no fornecimento de animais, mas a distância dos portos e custos de transporte impactam a competitividade.
Rondônia e Espírito Santo no grupo intermediário
Rondônia apresentou o menor preço bruto da tabela, com R$ 267,00/@ e líquido de R$ 263,00/@. Já o Espírito Santo ficou em R$ 272,00/@, mantendo-se como alternativa para abate de animais direcionados à exportação.
Paraná com preços elevados
O Paraná apresentou um preço bruto de R$ 310,00/@ e líquido de R$ 305,50/@, posicionando-se entre as praças mais valorizadas. O estado tem ampliado sua participação no mercado do Boi China a Prazo graças à qualidade da carne e investimentos em frigoríficos certificados.
Fatores que influenciam a cotação do Boi China a Prazo
Demanda internacional
A China segue como principal compradora de carne bovina brasileira. A alta demanda impulsiona as cotações, especialmente para animais que atendem aos padrões exigidos pelo país asiático.
Câmbio e custos de produção
A valorização ou desvalorização do real frente ao dólar impacta diretamente a competitividade da carne brasileira no mercado internacional. Além disso, custos com insumos, transporte e impostos influenciam o preço final.
Infraestrutura e logística
Estados próximos de frigoríficos habilitados e portos de exportação tendem a obter melhores preços, como ocorre com São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Tendências para os próximos meses
Analistas apontam que a cotação do Boi China a Prazo deve se manter firme nos próximos meses, devido à estabilidade na demanda chinesa e à oferta controlada no Brasil. No entanto, fatores como clima, custo do milho e soja (para ração) e política comercial podem influenciar ajustes pontuais.
Fonte: CEPEA, IMEA, diversos sites especializados, além de informações levantadas diretamente com fazendas, veterinários e zootecnistas atuantes no mercado pecuário. Imagem principal: Depositphotos.

